Quarta-feira, 13 de Outubro de 2010
por João Rodrigues


A economia é demasiado importante para ser monopólio de uma economia convencional com imensas responsabilidades na eclosão desta crise e na austeridade assimétrica que agora se segue. Esta convicção está na base da conferência internacional que organizamos no Centro de Estudos Sociais (CES), em Coimbra, na próxima semana. São muito bem-vindos. Podem assistir a dezenas de comunicações sobre economia política. O objecto de estudo é mais importante do que divisões disciplinares tantas vezes artificiais. Destaque para as sessões plenárias onde intervirão, entre outros, um dos fundadores da economia ecológica ou alguns dos principais autores da literatura sobre as variedades do capitalismo e das suas alternativas.  Mais detalhes sobre programa e inscrições podem ser encontrados no CES.

por João Rodrigues
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15 comentários:
A economia, sim. A Economia é um simples conjunto de disparates que não merece o papel que gastaram com o cartaz.

deixado a 13/10/10 às 16:25
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Este sim é um vídeo que nos faz reflectir.

http://www.youtube.com/watch?v=_L2l-MA-8Dk&feature=player_embedded

Até porque esta senhora no dia a seguir a isto foi despedida por uma fervorosa directora esquerdista.

deixado a 13/10/10 às 17:02
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Economia ecológica?

Estamos feitos.

deixado a 13/10/10 às 19:25
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Carlos Marques
Quem paga esta conferência? Era bom que fosse publicado quem paga. Nos países mais ricos estes acontecimentos são quase sempre auto-sustentados, mas aposto que este, da nossa Academia, mais uma vez, apesar de ser sobre a sustentabilidade, é pago pelos mesmos que andam há anos de mais, e cada vez mais, a sustentar esta insustentável leveza das elites do nosso Estado - uma classe de ricos, muitos de boa consciência esquerdista, num país de pobres.

deixado a 13/10/10 às 22:17
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Bolchevike
Só uma nova NEP aplicada em Portugal - tipo economia de guerra - é que nos poderá livrar da tragédia a que estamos votados.

Com esta economia de casino, com o desmantelamento das estruturas produtivas e com uma terceirização acentuada sem nenhum valor acrescentado, estamos condenados aos suplícios das dívidas e da marginalidade dentro da UE.

É preciso lembrar que as nossas faculdades de economia formam «economistas da treta», treinados para serem funcionários bancários, do fisco ou do estado.

Não percebem nada de economia.

Basta ver a triste colecção de ministros das finanças, ministros da economia, secretários de estado das respectivas fileiras, para atestarmos do pouco nível desses srs. professores de finanças e «inconumistas«.

E não é preciso ir muito longe. O próprio Cavaco - considerado pela palonçada imberbe da choldra - um grande «economista», o que é que ele demonstrou como profissional ou politico na área das Finanças e da Economia, a não ser um bom par de reformas douradas que lhe abastecem a dispensa?

deixado a 14/10/10 às 07:22
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Reaccionário
O Google é nosso amigo: http://www.ces.uc.pt/eventos/politicaleconomy2010/pages/en/support.php

De nada.

deixado a 13/10/10 às 23:38
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João Cerqueira
Excelente exemplo António.
Este vídeo deveria passar na Assembleia da República, no Ministério da Educação e ainda ser visto por todos os que transformaram a Escola portuguesa num local onde não se ensina nem se aprende.
O ''egualitarismo'', o facilitismo, a nivelação por baixo, a ideia de que não se pode traumatizar as criancinhas impondo-lhes rigor e disciplina, e de que a educação deve ser divertida e relaxada_ tudo isto é denunciado por esta corajosa professora.
E ainda é mais verdade em Portugal do que na Inglaterra.

deixado a 14/10/10 às 00:43
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Caro Carlos Marques,

Deixe de fazer boas conferências e colóquios internacionais por motivos de austeridade que depois há-de ir com a mão ao cú e não achar lá nada...

Não se trata de um luxo, não se trata de um gasto que alguém se lembrou de ter só porque ficava bonito. São estas coisas que dão nome a uma faculdade e a uma universidade. É ter no Comité Científico do colóquio professores de Harvard ou Yale que espalham o nome da UC lá por fora. É um investimento da faculdade e da universidade e que em conjunto com outros que se façam do mesmo tipo, tem um enorme retorno para as mesmas instituições...

deixado a 14/10/10 às 01:04
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Platão
Excelente iniciativa. É também (e sobretudo) para isto que servem as universidades: para promover o debate plural, a crítica das doutrinas dominantes, em todas as áreas. Neste caso, chegados ao impasse a que nos conduziram as teses tradicionais no campo da economia, o debate de outras teorias, marginalizadas pelas cátedras instaladas, é urgente. É preciso acordar a ignorância e o medo irracional da mudança com que todos os dias nos pretendem paralisar. "Quem tem medo do pluralismo?"

deixado a 14/10/10 às 01:09
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Só por curiosidade, qual o nome da conferência e qual a edição?

deixado a 14/10/10 às 02:26
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