Sexta-feira, 27 de Outubro de 2006
por Daniel Oliveira



Até quarta-feira estarei em Israel, Gaza e Cisjordânia. Infelizmente por pouco tempo. Volto já.


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por Daniel Oliveira
Miguel Sousa Tavares garante que um dos autores da acusação anónima de que foi alvo é «bloguista do Bloco de Esquerda». Não será este jogo de adivinhas um pouco infantil?

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por Daniel Oliveira
«Acho que ele [Camões] inventou o português moderno, que é o António Lobo Antunes da poesia»
António Lobo Antunes, Visão

«Com relativa frequência, abordam-me para elogiar a "coragem" de alguns dos meus textos»
José Manuel Fernandes, Público

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Quinta-feira, 26 de Outubro de 2006
por Daniel Oliveira

"The Independent" ficou vermelho pelo combate à SIDA...




... O "Público" ficou verde pelo negócio


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por Daniel Oliveira
Ao fazer, na evocação do Tarrafal, um paralelo entre o fascismo e a lei de financiamento dos partidos ou a proposta de lei eleitoral, Jerónimo de Sousa ajudou, mesmo que involuntariamente, ao branqueamento da ditadura. Há comparações que não se banalizam. Por respeito à memória.

por Daniel Oliveira
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por Daniel Oliveira



Não tenho nenhuma paciência para os polícias da cópia. Antes de mais, porque é fácil manipular um texto para o fazer parecer um plágio. Basta escolher as citações certas. Lança-se a acusação e quem nunca leu nem o suposto plagiador nem o suposto plagiado compra-a imediatamente. Porque todos se pelam por uma boa intriga. Se o polícia é anónimo, como é o caso, então nem devia ser lido. O bufo é o mais desprezível dos répteis. Não deve ser premiados com a nossa atenção. Mas o meu problema com as acusações de plágio, tão em voga, é mais profundo: se quem copia faz melhor do que o copiado, não entendo o escândalo. Ficámos todos a ganhar. No caso de Miguel Sousa Tavares, não o estou a ver a copiar. Imagino que goste de se imaginar um génio – ele há tipos megalómanos – e não imagino que quem assim se vê copie. Apesar de não gostar da figura, estava finalmente preparado para vir em sua defesa . Até que Sousa Tavares abriu a boca. Para dizer que escreveu «um grande livro» e para ameaçar resolver a contenda à paulada. Que trate então do assunto à sua maneira. Não me meto em desacatos de aldeia.


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Bush disse que não está satisfeito com a situação no Iraque.

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Quarta-feira, 25 de Outubro de 2006
por Daniel Oliveira



Avigdor Lieberman pode entrar no governo de Olmert. O lider da extrema-direita israelita, que defende a saída de cidades árabes do estado de Israel, criando ilhas isoladas e retirando aos árabes a nacionalidade israelita, tem um discurso abertamente racista. Defendeu a execução dos membros árabes do parlamento que dessem sinais de apoio ao Hamas ou ao Hezbollah. A entrada de Lieberman no governo está a provocar indignação nos sectores moderados de Israel.


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por Daniel Oliveira
A propósito do Rivoli, alguns intelectuais em sabática constante voltaram ao tema da subsidiodependência da cultura. São os mesmos que não se cansam de explicar que este país é analfabeto, uma piolheira sem remédio, um atraso de vida. Os mesmos que nos mostram o que se faz “lá fora” e avaliam o país pelo prime-time da televisão. Os mesmos que querem defender o património construído com dinheiro público. Mas quando chega à produção cultural, aqui e agora, vêm em defesa do mercado, mesmo sabendo que o mercado português tem uma dimensão que torna o mainstream um produto para nichos de mercado e o resto para mercado quase nenhum. São os mesmos que exigem dos políticos menos populismo e mais impopularidade no momento das decisões difíceis. Os mesmos que querem uma escola que não siga as modas e não facilite. Mas quando chega à cultura, transformam o mercado num sufrágio democrático e acusam o Estado de subsidiar as elites. Mas a verdadeira razão da sua indignação é outra: o subsidio liberta a arte dos constrangimentos ideológicos do mercado, bem mais eficazes do que os do Estado. Se é a verdade que o Estado já dominou a cultura pelo dinheiro, hoje, em sociedades democráticas, paga mais vezes a quem o critica (refiro-me à critica ideológica, não à critica personalizada) do que o contrário. A arte é mesmo um dos poucos espaços de construção de hegemonia cultural em que isso acontece. O que tem consequências políticas. É apenas isto que lhes custa.

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O aumento dos lucros do sector financeiro e as notícias de mais isenções fiscais para a banca levaram o ministro da Finanças a prometer medidas para que a tributação aos bancos seja igual à das outras empresas. Só no próximo orçamento, claro.

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Terça-feira, 24 de Outubro de 2006
por Daniel Oliveira
Tenho ido ao DocLisboa. Ainda melhor do que nos outros anos. Aqui vai o relatório do que vi até agora:



“Wadi Grand Canyon”, do israelita Amos Gitai. Um casal árabe resiste numa barraca numa ilha que resta da inundação de empreendimentos imobiliários. Yussef e a sua mulher guardam ali um outro tempo. Podia ser em algumas zonas de Lisboa.



“Living on the River Agano”, do japonês Makoto Satô, não é assim tão diferente. Um povo que vive em torno de um rio contaminado por descargas de mercúrio feitas, no passado, pela Showa Electric Company. Tomados pela doença, mantêm vivo um passado condenado.



“Things”, uma curta da checa Martha Hrubá, segue o caminho dos objectos que largamos e que outros aproveitam, em que uns largam tudo e outros não podem ver perder-se nada.



“As the Sun Begins to Set”, um delicioso documentário de Julie Moggan sobre os velhos de classe-média que embarcam no Queen Elizabeth II para experimentarem o ambiente aristocrático que lhes é estranho. Uma das poucas vezes em que vejo velhos serem tratados sem condescendência ou infantilização. Simpáticos, interessantes ou pretensiosos, como qualquer pessoa.



“Makom, Avoda”, de Nurith Aviv, é um excelente retrato de Israel. Duas aldeias na linha verde. Como os israelitas contratavam os “seus primos” árabes e estabeleciam com eles laços. Depois do início da nova Intifida, a pequena aldeia agrícola cooperativa israelita deixou de os contratar, apesar da oposição de alguns dos seus membros e recorreu ao trabalho de tailandeses. Um dos lavradores protesta: para além dos árabes “terem a agricultura no sangue” e serem excelentes trabalhadores, o único caminho para a paz é eles terem trabalho e ganharem alguma coisa com a riqueza israelita. Não por acaso, quem o diz é um judeu de origem árabe. As relações de afecto entre palestinianos e israelitas, os conflitos e a falta de esperança no futuro dos dois, aliada à luta pela sobrevivência dos tailandeses – que não fazem a mínima ideia do que ali se passa – é um óptimo retrato do confronto e convivência cultural que inflama tantos debates.



“Nosotros, los de Allá”, de duas jovens realizadoras suecas, é talvez o melhor documentário que vi no DocLisboa. Turistas visitam minas bolivianas onde se trabalha como há um século. O responsável do turismo exulta e os visitantes também: uma experiência diferente e uma industria de entretenimento construída em torno da miséria. Os turistas dizem que querem viver coisas reais com pessoas reais e que assim valorizam o que têm. Os mineiros – que não ganham, com este negócio, mais do que uns refrescos oferecidos pelos visitantes – não parecem entender o que quer ver esta gente. A indignação dos turistas com as condições degradantes de trabalho dos mineiros é como um desporto radical.

Quem tem ido, que escreva aqui as suas opiniões sobre estes e outros filmes do DocLisboa.


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Segunda-feira, 23 de Outubro de 2006
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"Pyongyang quer a paz mas não teme a guerra".

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Numa co-produção do "Inimigo Público" e do "Eixo do Mal", a que o Arrastão se associa, está aberta a eleição para o pior português de sempre. O meu voto, como já disse, vai para o primeiro: Afonso Henriques. Toca a votar aqui ou aqui.


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Com Vicente Jorge Silva e Gustavo Cardoso falam com Pedro Mexia e este vosso criado sobre o fim dos jornais. É na quarta-feira, dia 25 de Outubro, às 18.30, no Jardim de Iverno do São Luiz, em Lisboa. O regresso do "É a Cultura, estúpido!". Modera Nuno Artur Silva. Anabela Mota Ribeiro e José Mário Silva fazem o relatório do mês.

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Ver aqui as dez empresas que mais lucraram com a guerra do Iraque.

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Quinta-feira, 19 de Outubro de 2006
por Daniel Oliveira
Depois da reacção ao anúncio de aumento da electricidade e das declarações imbecis de um dos seus membros, o governo disse que um aumento de 15 por cento definido pela Entidade Reguladora é “inaceitável” e anunciou aumentos de oito por cento. Uma pergunta: se é assim, porque ainda está no seu lugar o secretário de Estado que defendeu este aumento?

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A polícia entrou no Rivoli e evacuou o teatro. A saída dos ocupantes aconteceu sem qualquer incidente.

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«Das poucas questões respondidas aos jornalistas, sobre a região, Sócrates disse que “caso seja eleito, as auto-estradas sem custo para o utilizador, SCUT’s vão permanecer sem custos”. Na óptica do candidato, “não faz qualquer sentido estar a colocar portagens neste tipo de vias”. O ex-ministro do Ambiente recordou ainda que estas vias foram “obras socialistas” e se nessa altura foram projectadas para não terem portagens “não seria agora, que pela mão do PS, as portagens se tornassem realidade para os utilizadores”.»
Jornal da UBI, da Covilhã.
Via Blasfémias (alguma vez havíamos de estar de acordo).

Hoje Mário Lino garantiu que o governo está a fazer o que prometeu.

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Ao bom estilo autoritário e cobarde de Rui Rio, a Câmara do Porto deu ordens aos seus seguranças para impedirem a entrega de alimentos aos ocupantes do Rivoli .

Repito: é urgente que os ocupantes estabeleçam prazos e objectivos claros para não ficarem sozinhos.

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Quarta-feira, 18 de Outubro de 2006
por Daniel Oliveira



Como de costume, o discurso ideológico de alguns bloggers esconde a sua absoluta ignorância em relação a algumas matérias. A ver se nos entendemos em relação ao Rivoli:

1. As obras no Rivoli foram inteiramente pagas com dinheiros públicos. Porque há-de o Estado deixar de decidir a programação e as prioridades de um espaço que pagou? Há, alias, um protocolo assinado com o Estado Central que fez depender os apoios recebidos da manutenção da gestão pública.

2. Rui Rio esvaziou, de forma calculada, o Rivoli de funções (que eram culturais, educativas e animação das ruas do Porto), para criar duas empresas ao lado, que duplicaram despesa e garantiram que viria a ter argumentos pela privatização da gestão. Rio Rio é o principal responsável pela situação de caos nas finanças e na programação do Rivoli. A sua política cultural à Santana Lopes é uma tragédia para uma das cidades com maior vitalidade artística do país. Em relação ao Rivoli, foi premeditada para levar à privatização.

3. Com a privatização da gestão 18 companhias de teatro e bailado ficam sem palco principal, todo o programa educativo vai para o lixo e os festivais de cinema, incluindo o Fantasporto (querem continuar a falar da afluência de público?) deixam der ter espaço garantido. Esta é a principal exigência de quem defende o Rivoli: que ele continue a ser um espaço municipal, que cruze diferentes tipos de espectáculos e públicos. Incluindo estas três garantias: que continue a ser usado por estas 18 companhias, que se mantenha a parte educativa e que esteja disponível para os festivais de cinema.

4. O concurso para a exploração privada do Rivoli parece ter destinatário certo: Filipe La Féria. Quando se exigem 300 espectáculos anuais e a gestão de um espaço destes, sabe-se que apenas os enlatados podem usa-lo. Quando este processo começou toda a gente avisou que só uma grande produtora poderia vir a ficar com a gestão do teatro. Hoje, está resolvido o mistério: Filipe La Féria. Nada contra. Mas não terá La Féria capacidade para fazer ou alugar o seu próprio teatro e pagar as obras? Não é mais útil um espaço municipal poder ser usado por várias grupos em simultâneo e vários acontecimentos culturais para diferentes públicos? É aceitável que uma câmara pague as obras com o dinheiro dos contribuintes para a destinar um operador escolhido à partida?

5. O grupo de ocupantes, justo nas suas motivações, tem de definir objectivos e prazos realistas para a sua acção. Caso contrário, corre o risco de ficar sozinho e dar a Rui Rio uma vitória fácil. Basta-lhe esperar. E, já agora, evitar textos deste calibre.


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De um amigo meu. Não é uma cunha, é o contrário. Depois de muito concerto em bares piolhosos, gravou para a EMI. Vai lançar o disco em Janeiro mas já há teasers (e viva o luxo!) por Lisboa e o Sushi Baby já passa nas rádios. Antes que o Pedro se torne no herói das teenagers, digo aqui: eu conheço-o!

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Vários países já escolheram os seus dez melhores.
Alemães, sérios: ganhou Adenauer. Marx à frente de Willy Brandt. Gutenberg e Einstein com lugar de destaque.
Franceses, previsíveis: ganhou De Gaulle, com lugar para Pasteur, Moliére e Piaf.
Ingleses, estranhos: vitória para Churchill, mas seguido de um engenheiro civil e de uma princesa tonta.
Americanos, esquecidos: Kennedy de fora e Reagan em primeiro, à frente de Lincoln e de Luther King. Até Bush e Oprah lá estão, antes de Roosevelt.

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Sobre o brutal aumento de electricidade para os consumidores domésticos, disse o secretário de Estado Adjunto da Indústria e da Inovação à TSF: "São os consumidores que devem este dinheiro. Não é mais ninguém. Foi quem mais consumiu no passado e isso gerou défice. Este défice tem de ser pago por quem o gerou. Os custos são os custos e nós não podemos fugir aos custos".

Sobre o aumento bem menor de electricidade para os consumidores industriais, disse o secretário de Estado Adjunto da Indústria e da Inovação à TSF: "As empresas estão a competir no mercado e nós não podemos por razões de energia reduzir a competitividade das empresas e mesmo assim já é um aumento substancial".

PS: As empresas de energia têm lucro. Poderiam ter mais e é isso que o senhor secretário de Estado quer que estas tarifas garantam.

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Assina para pelo Rivoli.


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Terça-feira, 17 de Outubro de 2006
por Daniel Oliveira



Claro que Chavez é populista, mas ainda me hão de explicar porque será que os jornalistas compraram como rigoroso o “petropopulista” dos seus detractores. Talvez Rafael Correa, do Equador, seja “populista”, mas duvido que o seja mais ou menos do que qualquer ex-presidente ou candidato equatoriano. A direita e o centro latino-americanos têm uma longa história de populismo. Mesmo como movimento político (hoje a expressão tem outra conotação), o populismo latino-americano pode ser dividido em partes iguais pela esquerda e pela direita. De Getúlio a Peron, de Chavez a Fujimori. De Maluf a Brizola. Mas não só. Basta ouvir um discurso de qualquer político latino-americano (com honrosas excepções, como as de Vargas Llosa, à direita, ou Michelle Bachelet, à esquerda) para perceber como o epíteto de populista anda a ser distribuido com pouca generosidade e objectividade.

No “Público” de hoje foi-se mais longe e incluiu-se no grupo danado dos populistas Adres Lopez Obrador, do PRD. Logo no México, com uma velha tradição de movimentos populistas próximos e bem afastados da sua área política. Pode dar-se o caso desta definição ser estritamente ideológica e aí não vejo como pode Obrador caber nela.

Mas não discuto o populismo de cada um. Apenas pergunto isto: num continente em que o populismo é a marca fundamental da actividade política, o que raio aconteceu para o epíteto passar a ser colado a qualquer candidato de esquerda e dispensado para os demais? A coisa funciona assim: gosta de Chavez? Então é populista. É anti-Bush? Populista! Promete reformas sociais radicais? Populista, populista, populista!

O que me interessa a mim saber o que cada jornalista acha sobre cada candidato? Nós conhecemos Chavez e temos, mais coisa menos coisa, opinião formada sobre o senhor. A minha, já o disse aqui, não é boa. Mas não preciso que os jornalistas me indiquem o caminho. Já agora: porque é que Obrador é populista e Lula não? Adorava que quem usa estas expressões se desse ao trabalho de as explicar.


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O ensino de português no estrangeiro vai sofrer um corte de 8%. Se as nossas crianças agora aprendem inglês, para que precisamos nós que os outros saibam português?

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A Educação vai ter, no próximo Orçamento, um corte de 4,5% em relação à estimativa de execução no Orçamento anterior.

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Portugal perdeu 32 mil imigrantes entre 2004 e 2005. Ou partiram ou estão em situação irregular.

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Os trabalhadores poderão, se assim o desejarem, descontar uma parte adicional do seu salário, para além da taxa social única, para um fundo de capitalização público. Parte da carteira de activos será, no entanto, confiada a entidades privadas. O Governo justifica esta opção com a necessidade de garantir maior competitividade e rentabilidade. Na linha do incentivo às poupanças complementares, o Governo mantém, por enquanto, os incentivos fiscais nas despesas com planos de poupança-reforma (PPR) nos 25%. Mas, no âmbito do acordo de concertação social, comprometeu-se a reforçar aqueles incentivos, o que só deverá acontecer em 2008.

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Redução da comparticipação em medicamentos chega aos 5%;
Aumento das taxas moderadoras nas consultas hospitalares;
Criação da Taxa de Internamento.

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Carlos César recusa aplicar nos hospitais públicos dos Açores a taxa de internamento criada pelo ministro da Saúde, Correia de Campos.

Depois de Jorge Coelho, é a vez de Carlos César. O que não podem os doentes, conseguirão os barões do PS? Fazer recuar o ministro ou entregar-lhe uma guia de marcha.

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por Daniel Oliveira
Há oito anos foram muito poucos os médico que abriram a boca sobre o aborto. Ontem, o director da Maternidade Alfredo da Costa, Jorge Branco, incentivou ontem a Ordem dos Médicos a alterar o actual código deontológico da profissão para acolher a prática do aborto.

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«Quem conhece José Sócrates, assegura que ele não perdoa a quem desafia a sua autoridade»
Expresso

Mais um que quer entrar na lista dos Grandes Portugueses.

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Segunda-feira, 16 de Outubro de 2006
por Daniel Oliveira
Assinado: A crise.

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“Orçamento aperta controlo fiscal de sinais exteriores de riqueza” (Manchete do "Público")

Este Orçamento pretende cumprir o PEC por via da despesa, e não apenas da despesa de investimento (o que seguramente terá efeitos negativos na economia) ou da despesa supérflua, mas da despesa em saúde, no apoio aos desempregados e em encargos sociais. O próprio governo é claro: não é por via da receita que pretende lá ir. Claro que há desperdício no Estado e desorganização nos gastos. Mas tirando algumas medidas avulsas ou apenas demagógicas (o desperdício é muito maior na administração central do que na administração local), não se tem sentido neste governo nenhuma vontade de fazer uma reforma profunda para racionalizar a despesa. Racionalizar a despesa não é apenas reduzi-la. Os cortes cegos podem ser tão irracionais como o esbanjamento. Só que racionalizar as despesas em funcionamento do Estado não se faz por decreto. É trabalho de sapa, que não dá para discursos inflamados sobre os privilegiados. E na receita, podia entrar mais dinheiro com uma verdadeira reforma fiscal que pusesse em causa os verdadeiros privilegiados. A coragem de Sócrates não chega a tanto. Já o optimismo deste orçamento vai longe. Quer nas previsões de crescimento quer nas previsões em relação ao desemprego.

Ainda assim, o “Público” puxa para manchete o que o governo lhe soprou: que vai haver um maior controlo na tributação fiscal quando haja sinais exteriores de riqueza. Vai ser levantado o sigilo bancário ou vão ser alteradas as regras de tributação da economia financeira, como há muito todas as pessoas de bom-senso exigem? Não. O governo vai corrigir um pormenor da Lei Geral Tributária. Não contesto a medida. Pelo contrário. Mas fazer dela a principal notícia deste orçamento, que, ao que tudo indica, será muito difícil para a generalidade da população, só pode ser visto como descarada propaganda. O deficit chegará mais perto dos 3%. Mas como já não há quase nada para vender nem receitas extraordinárias a que recorrer só será possível cumprir o mais estúpido dos pactos e continuar o caminho de Durão Barroso e José Sócrates cortando em despesas sociais até ao tumulto político, reduzindo os salários reais dos funcionários públicos até o Estado perder qualquer pessoa minimamente competente e diminuindo o investimento público com enormes custos para uma economia débil. Claro que não se corta nas obras de regime, como as da Ota ou do TGV, que dificilmente se multiplicam em emprego qualificado e em crescimento económico. Corta-se no investimento que não se vê, mas se sente a longo prazo. O governo já anunciou que deverá cortar 20 a 30 por cento nas verbas atribuídas em 2007 ao PIDDAC.

Podemos concordar ou discordar deste Orçamento. Ao contrário do que nos querem fazer crer, não há debate mais ideológico do que o debate orçamental. Mas retirar dele, como principal notícia, este título, é desistir de todos os critérios de isenção e relevância jornalística.

por Daniel Oliveira
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