Segunda-feira, 30 de Abril de 2007
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Aqui, testemunhos da carga policial no dia 25 de Abril.

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No seu texto de hoje, Helena Matos defende que não há qualquer problema na ida de Pina Moura para a TVI. A Media Capital é uma empresa privada e convida quem quiser. Mais: os empresários da comunicação social, ao escolherem, cada um deles, a linha editorial dos seus jornais e televisões, garantem a diversidade.

Esquece:
1. Que as televisões privadas em canal aberto são, por decisão do Estado, apenas duas. E dificilmente sobreviveriam se fossem mais.
2. Que há um processo de concentração da comunicação social que, caso sejam os empresários e não a direcção editorial de um jornal ou televisão a decidir a linha editorial do órgão de comunicação social, tende a limitar a diversidade de opinião e de informação. Diversidade e eficácia económica não são sinónimos.
3. Que os empresários têm interesses próprios e tenderão a defende-los, como é natural, usando para isso órgãos de comunicação social. Como se vê neste caso, o lucro não é a única motivação de um empresário. Linhas editoriais com público não encontram investidores e linhas editoriais sem público sobrevivem com facilidade. Não faltam exemplos. Espanta aliás a candura que sobra a muitos liberais quando falam das empresas de comunicação social quando comparada com as legitimas reservas que demonstram em relação ao Estado. Dar todo o poder editorial a empresários é entregar a democracia e o futuro dos governos nas mãos de quem tem dinheiro. E em mais ninguém.
4. Que a diversidade entre empresários de comunicação social, ou seja, entre gente com poder económico para garantir o nascimento e a sobrevivência de empresas de comunicação social, não representa a diversidade da sociedade.

Terá razão Helena Matos se aceitar mais poder aos jornalistas e direcção editorial de cada órgão de comunicação social para impedir a instrumentalização dos jornalistas e de jornais e televisões por quem os detém. E se defender leis que limitem a concentração da propriedade da comunicação social. Caso contrário, a democracia, a liberdade de expressão e a diversidade de informação dependerá apenas de quem puder pagar mais. Se é que não depende já.

A comunicação social é um bom exemplo de todos os equívocos dos ultra-liberais. Eles acreditam ou fingem acreditar que único poder que manipula e censura é o poder de Estado. Apesar das evidências.

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Num país onde tanta gente vive obcecada pela aparência e despreza o talento, não é qualquer um que pode cantar Frank Sinatra e Jacques Brel com uma orgulhosa pronuncia portuguesa e misturar Elis Regina com Tony de Matos. Indefectível, desde que me lembro de existir, do bom fado, foi com alívio que há uns anos descobri que depois de Amália não me restava apenas o faduncho de Cascais ou o outro a armar ao modernaço, mas sem chama nem memória. Camané não se limita a ser dono de uma voz e de uma força que nos deixa sem ar. Como Amália, arrisca e nada do que canta são apenas canções. A ir ver, no São Luiz, em Lisboa, até dia 6 de Maio.


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Num país onde tanta gente vive obcecada pela aparência e despreza o talento, não é qualquer um que pode cantar Frank Sinatra e Jacques Brel com uma orgulhosa pronuncia portuguesa e misturar Elis Regina com Tony de Matos. Indefectível, desde que me lembro de existir, do bom fado, foi com alívio que há uns anos descobri que depois de Amália não me restava apenas o faduncho de Cascais ou o outro a armar ao modernaço, mas sem chama nem memória. Camané não se limita a ser dono de uma voz e de uma força que nos deixa sem ar. Como Amália, arrisca e nada do que canta são apenas canções. A ir ver, no São Luiz, em Lisboa, até dia 6 de Maio.


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Domingo, 29 de Abril de 2007
por Daniel Oliveira



Eu vinha mais para o fim da manifestação do 25 de Abril e não ouvi. Mas soube por vários blogues (aqui, aqui, aqui, aqui e aqui) que os sempre muito educados manifestantes da JCP vaiaram os representantes das várias organizações políticas quando estes subiram ao palco no Rossio. Entre eles, o do Partido Socialista. Tratava-se de Edmundo Pedro. Evidentemente um oportunista que nada tem a ver com o espírito de Abril. Aliás, não é a primeira vez que Edmundo Pedro se tenta infiltrar nos meios anti-fascistas sem ter sido convidado. Já no passado se enfiou no Tarrafal. Felizmente, desta vez, estavam ali os vigilantes "jotas", com o seu longo passado de resistência, para não deixar as massas serem enganadas.

O sectarismo é só o lado mais visível da ignorância. E mal está a organização política que faz de tamanha fraqueza força.


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Eu vinha mais para o fim da manifestação do 25 de Abril e não ouvi. Mas soube por vários blogues (aqui, aqui, aqui, aqui e aqui) que os sempre muito educados manifestantes da JCP vaiaram os representantes das várias organizações políticas quando estes subiram ao palco no Rossio. Entre eles, o do Partido Socialista. Tratava-se de Edmundo Pedro. Evidentemente um oportunista que nada tem a ver com o espírito de Abril. Aliás, não é a primeira vez que Edmundo Pedro se tenta infiltrar nos meios anti-fascistas sem ter sido convidado. Já no passado se enfiou no Tarrafal. Felizmente, desta vez, estavam ali os vigilantes "jotas", com o seu longo passado de resistência, para não deixar as massas serem enganadas.

O sectarismo é só o lado mais visível da ignorância. E mal está a organização política que faz de tamanha fraqueza força.


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Sábado, 28 de Abril de 2007
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Ainda sobre a carga policial à pequena manifestação de "anarquistas", no 25 de Abril, vale a pena dar uma vista de olhos a este post do República e Laicidade. Volto a deixar claro que muito pouco me une a estes manifestantes, quer nos seus propósitos (se é que existem alguns propósitos) quer nos seus métodos, mas não deixo de ficar curioso em saber se estamos perante uma compensação dada por algum sector da PSP às recentes investigações da PJ ao crime organizado ligado a um partido de extrema-direita. Não é preciso uma longa e fastidiosa busca de imprensa para perceber que a dúvida está longe de ser descabida. E algumas das descrições da forma como decorreu a intervenção (e de frases supostamente proferidas pelo comandante da força durante a acção) não nos podem deixar descansados. Isto, independentemente da já habitual excitação de pessoas que, na minha opinião, confundem a tradição anarquista e libertária com uma moda tribal adolescente e que se comportam como qualquer hooligan de uma claque de futebol. Ainda assim, não confundo a criminalidade organizada da extrema-direita, liderada por homicidas, com disparates de adolescentes. Espero que esta intervenção, evidentemente preparada antes de qualquer "excesso" ou provocação, seja devidamente explicada.


Foto via Spectrum.


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Ainda sobre a carga policial à pequena manifestação de "anarquistas", no 25 de Abril, vale a pena dar uma vista de olhos a este post do República e Laicidade. Volto a deixar claro que muito pouco me une a estes manifestantes, quer nos seus propósitos (se é que existem alguns propósitos) quer nos seus métodos, mas não deixo de ficar curioso em saber se estamos perante uma compensação dada por algum sector da PSP às recentes investigações da PJ ao crime organizado ligado a um partido de extrema-direita. Não é preciso uma longa e fastidiosa busca de imprensa para perceber que a dúvida está longe de ser descabida. E algumas das descrições da forma como decorreu a intervenção (e de frases supostamente proferidas pelo comandante da força durante a acção) não nos podem deixar descansados. Isto, independentemente da já habitual excitação de pessoas que, na minha opinião, confundem a tradição anarquista e libertária com uma moda tribal adolescente e que se comportam como qualquer hooligan de uma claque de futebol. Ainda assim, não confundo a criminalidade organizada da extrema-direita, liderada por homicidas, com disparates de adolescentes. Espero que esta intervenção, evidentemente preparada antes de qualquer "excesso" ou provocação, seja devidamente explicada.


Foto via Spectrum.


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Sexta-feira, 27 de Abril de 2007
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Com a ida de Pina Moura para a Media Capital é o governo que quer controlar a TVI ou são os espanhóis que querem controlar o governo?

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Quinta-feira, 26 de Abril de 2007
por Daniel Oliveira




Carmona Rodrigues foi constituído arguido no âmbito das investigações sobre a permuta de terrenos do Parque Mayer, propriedade da Bragaparques, e da Feira Popular de Lisboa, da CML, negócio que se revelou ruinoso para a autarquia lisboeta
. Já tinha dito que se devia demitir antes desta notícia. Mantenho, independentemente dela. Não porque seja arguido. É inocente até prova em contrário, como todos os outros. Apenas porque é já evidente para todos que esta maioria sem maioria deixará a maior cidade do país paralisada por dois anos.


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Carmona Rodrigues foi constituído arguido no âmbito das investigações sobre a permuta de terrenos do Parque Mayer, propriedade da Bragaparques, e da Feira Popular de Lisboa, da CML, negócio que se revelou ruinoso para a autarquia lisboeta
. Já tinha dito que se devia demitir antes desta notícia. Mantenho, independentemente dela. Não porque seja arguido. É inocente até prova em contrário, como todos os outros. Apenas porque é já evidente para todos que esta maioria sem maioria deixará a maior cidade do país paralisada por dois anos.


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A Associação Nacional de Bombeiros Profissionais (ANBP) congratulou-se hoje com o encerramento do túnel do Marquês durante o fim-de-semana e vai solicitar uma reunião "muito urgente" com o presidente da Câmara de Lisboa, defendendo que aquela via deve encerrar durante um mês por questões de segurança.

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Jorge Sampaio nomeado primeiro Alto Representante da ONU para o Diálogo das Civilizações.


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Jorge Sampaio nomeado primeiro Alto Representante da ONU para o Diálogo das Civilizações.


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Parece ter havido problemas ontem com uma manifestação de "anarquistas" no Chiado e a polícia terá carregado sobre os manifestantes, quase todos jovens e sem terem ligação a nenhuma organização, segundo a advogada que os representa desde a detenção. Estou politicamente longe destes manifestantes e eles longe de mim. Mas passei ontem, antes e depois dos incidentes no Chiado (por causa da sessão do "É Cultura Estúpido!", com António Barreto, no São Luiz), e não vi nenhum sinal das montras partidas referido pela PSP. Podem ter-me escapado, já que não fazia ideia de que tal tivesse sucedido e por isso não estava especialmente atento.

A polícia alega ainda que os manifestantes tinham "simbologia anarco-libertária". Não deixaria de ser extraordinário que ninguém visse qualquer problema num grupo de manifestantes a gritar por Rudolf Hess, como vimos há um ano, e a «simbologia anarco-libertária» passasse agora a ser proibida. Recordo que a extrema-direita tem-se manifestado sem qualquer limitação, incluindo uma participação nos protestos das forças de segurança, ao lado de agentes da PSP.

A ser verdade que os "anarquistas" se dirigiam à sede do PNR, não deixo de considerar que fizeram um grande favor à extrema-direita.

Ainda assim, as explicações da PSP ainda não me convenceram totalmente. Os testemunhos (incluindo de gente que não estava na pequena manifestação anarquista) que li até agora na Net vão todas no sentido de uma intervenção sem justificação aparente e que vários turistas e transeuntes foram na leva. Fico à espera de mais testemunhos de gente que tivesse visto a coisa de fora. Já que estava muita gente na rua, vinda do desfile da Avenida da Liberdade. Ficando claro que sou contra todo o tipo de manifestações violentas. Mas que, por experiência acumulada em que sou acompanhado por qualquer cidadão previdente, a versão de um polícia depois de bater em alguém não me chega.

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Cavaco Silva quer que as comemorações do 25 de Abril sejam alteradas. Tenho uma ideia bastante modesta: que os discursos do Presidentes da República, feitos no Parlamento e dirigidos ao país nesta ocasião, passem a ter algum conteúdo.

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Tenho razões familiares para fazer publicidade a este blogue, mas na verdade o meu irmão (não denuncio a sua identidade para ele não ter que aturar alguns comentadores aqui da casa e porque merece melhor fama) não parece estar ainda muito activo. Acontece que o Ladrões de Bicicletas é mesmo bom. São economistas. E por isso, têm de lhes dar o desconto.


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Tenho razões familiares para fazer publicidade a este blogue, mas na verdade o meu irmão (não denuncio a sua identidade para ele não ter que aturar alguns comentadores aqui da casa e porque merece melhor fama) não parece estar ainda muito activo. Acontece que o Ladrões de Bicicletas é mesmo bom. São economistas. E por isso, têm de lhes dar o desconto.


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Quarta-feira, 25 de Abril de 2007
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Melhor intervenção da sessão parlamentar do 25 de Abril: a de Paulo Rangel, do PSD. Demolidor para Sócrates e certo em praticamente todos os pontos.

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O Presidente da Câmara de Lisboa quer que seja a autarquia a pagar as despesas da defesa judicial dos autarcas arguidos.

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A selecção de vídeos dependeu do que está disponível no YouTube. Se encontrarem outros avisem.
A ordem dos vídeos não segue de forma exacta a cronologia dos acontecimentos


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Terça-feira, 24 de Abril de 2007
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«Felizmente os socialistas franceses não são como ele, caso contrário teria dificuldade em posicionar-me»
Nicolas Sarkozy sobre José Sócrates, depois de ter ficado bastante impressionado com a exposição que o primeiro-ministro lhe fez sobre as suas "reformas".
No "Público" de hoje, citando uma reportagem do "Le Point".

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No dia 24 de Abril, Pedro Arroja abandona o Blasfémias.

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Alberto João Jardim diz que a polémica sobre o percurso académico de Sócrates foi “um castigo divino pelo mal que está a fazer à Madeira”.


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“Lourenço Pinto - ...o Lello disse-me que...que...até me agradecia muito que fizéssemos a queixa [contra Ana Gomes] porque queriam ver-se livres dela...
Pinto da Costa – Pois!
Lourenço Pinto - ...e portanto, a queixa dá mais ...mais força para... para a gaja desandar, não é ?”.


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“Lourenço Pinto - ...o Lello disse-me que...que...até me agradecia muito que fizéssemos a queixa [contra Ana Gomes] porque queriam ver-se livres dela...
Pinto da Costa – Pois!
Lourenço Pinto - ...e portanto, a queixa dá mais ...mais força para... para a gaja desandar, não é ?”.


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Segunda-feira, 23 de Abril de 2007
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«Presumo que os intelectuais de cultura judaica são sempre mais fieis à sua cultura do que à verdade e que, em caso de conflito entre ambas, optam pela primeira em detrimento da segunda - e sem hesitação.» Pedro Arroja

E no Blasfémias o anti-semitismo atingiu a sua plenitude: árabes e judeus. Faço a justiça de imaginar que se trata de uma infeliz coincidência. Mas num caldo político que vive tão bem com a retórica do choque de culturas acaba-se a escrever assim. É só decidir onde está a fronteira. Quem somos "nós" e quem são "os outros". Quem acredita encontrar nas religiões de cada um todos os fundamentos da ética individual limita-se a repetir uma velha cantiga. Ontem os judeus, hoje os judeus e os muçulmanos. A letra muda, a melodia é sempre a mesma.

Passaram tanto tempo a relativizar a gravidade do discurso da extrema-direita que ele lhes entrou pelo blogue adentro.

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De 23 a 30 de Abril decorrem os Global Days for Darfur, uma iniciativa internacional em solidariedade com as vítimas desta limpeza étnica de dimensões inimagináveis e como forma de pressão cidadã para por fim a esta chacina. Esta é a imagem para pôr nos blogs.


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De 23 a 30 de Abril decorrem os Global Days for Darfur, uma iniciativa internacional em solidariedade com as vítimas desta limpeza étnica de dimensões inimagináveis e como forma de pressão cidadã para por fim a esta chacina. Esta é a imagem para pôr nos blogs.


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Domingo, 22 de Abril de 2007
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A esta hora é já evidente que Sarkozy teve um pouco mais de votos do que se esperava. Ségolène também, passando a fasquia dos 25%. Sarko foi buscar votos ao eleitorado de Le Pen, o grande derrotado da noite, que se ficou pelos 11%. O eleitorado anti-imigração percebeu onde estava o seu novo candidato, desta vez com possibilidades reais de vencer. A segunda volta será, como se esperava, entre Ségolène Royal e Nicolas Sarkozy. O candidato da direita terá de conquistar ainda mais votos a Le Pen, Ségolène precisa dos votos centristas de François Bayrou (com uns excelentes 18,5 por cento dos votos), mas também os à sua esquerda. Os comunistas eclipsaram-se (menos de 2%) e Bové teve um mau resultado. Como previsto, o trotsquista Olivier Besancenot aproximou-se dos 5 por cento (4,5). A trotsquista lunática Arlette Laguiller, da Lutte Ouvriere, teve um resultado miserável. A verde Dominique Voynet também teve um mau resultado.

Esclarecimento: fosse francês, não faço ideia em quem teria votado na primeira volta. Tenho apenas certezas em quem não o faria.

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A esta hora é já evidente que Sarkozy teve um pouco mais de votos do que se esperava. Ségolène também, passando a fasquia dos 25%. Sarko foi buscar votos ao eleitorado de Le Pen, o grande derrotado da noite, que se ficou pelos 11%. O eleitorado anti-imigração percebeu onde estava o seu novo candidato, desta vez com possibilidades reais de vencer. A segunda volta será, como se esperava, entre Ségolène Royal e Nicolas Sarkozy. O candidato da direita terá de conquistar ainda mais votos a Le Pen, Ségolène precisa dos votos centristas de François Bayrou (com uns excelentes 18,5 por cento dos votos), mas também os à sua esquerda. Os comunistas eclipsaram-se (menos de 2%) e Bové teve um mau resultado. Como previsto, o trotsquista Olivier Besancenot aproximou-se dos 5 por cento (4,5). A trotsquista lunática Arlette Laguiller, da Lutte Ouvriere, teve um resultado miserável. A verde Dominique Voynet também teve um mau resultado.

Esclarecimento: fosse francês, não faço ideia em quem teria votado na primeira volta. Tenho apenas certezas em quem não o faria.

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