Sábado, 27 de Novembro de 2010
por Andrea Peniche

A imprensa dá hoje conta que Filipe La Féria está de malas feitas e pretende abandonar o Rivoli. Será desta que Rio vai perceber que tem que gizar uma política cultural para a cidade ou pretende alugar o Rivoli para casamentos e batizados?

 


por Andrea Peniche
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14 comentários:
Bolchevike

O La Féria que leve essas lantejoulas e essa tralha para bem longe.

Agora o Rio que abra um concurso público para explorar o Rivoli como casa de alterne, alías, em linha com a pulítica coltural da edilidade...

deixado a 27/11/10 às 01:13
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xico
A cultura não passa por promover capitais da cultura. Os políticos incultos gostam disso e os organizadores também, com bons ordenados. A cultura passa pelo ensino e pela promoção das artes desde muito cedo.
Como temos políticos incultos nada disto é feito, até por medo que os desmascarem na sua ignorância.

deixado a 27/11/10 às 12:41
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Este é um post muito importante e seria bom que antes se analisasse uma questão prévia:


-Deverá fazer parte das atribuição de uma Câmara uma parte das políticas (atenção à palavra) da cultura a implementar (outro palavrão) na cidade?


 


Não vou ainda dar a minha opinião, só quero lembrar o seguinte:


Gastei 1,61 euros de água mas a minha factura apresenta um total de 8,58.


deixado a 27/11/10 às 13:52
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Reaccionário
Com estas notícias fiquei foi a saber que o «genial» La Féria mesmo a receber 700.000€ anuais da Câmara a apresentar 2 espectáculos diários com alegadas altas taxas de ocupação não consegue ter lucro.
Já era altura de contratar um gestor de jeito para a companhia, não?

deixado a 27/11/10 às 16:14
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LAM
Deve fazer parte das atribuições de uma câmara municipal, como sempre fez, as políticas culturais, sim. Iria mais longe: o grosso das políticas culturais deviam provir das câmaras municipais, enquanto não existem ainda organismos regionais responsáveis por essa e outras áreas.

E pagamos tudo, na factura da água, da luz, no irs ou no iva. Pagamos as políticas culturais como pagamos os submarinos, pagamos as auto-estradas como pagamos os subsídios à agricultura, pagamos o ensino público como pagamos o ensino privado, pagamos os subsídios às PMEs como pagamos a visita do Papa, pagamos os subsídios dos desempregados como pagamos os ordenados dos gestores públicos, pagamos os devaneios do BPN como pagamos o rendimento mínimo, pagamos o subsídio à pesca como pagamos a "fundação das telecomunicações", etc e por aí fora.
Porque é que pagar à cultura, no meio disto tudo, faz assim tanta comichão?

deixado a 27/11/10 às 18:00
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Obrigado.


E pagamos tudo, na factura da água, da luz, no irs ou no iva


Há aqui uma perigosa mistura entre impostos e débitos por bens consumidos.


De qualquer maneira verifica-se o interesse que estes assuntos merecem pelos comentários produzidos, se ainda se tratassem de gays ou de futebol outro galo cantaria.


Na minha pouco modesta opinião as Câmaras deveriam imediatamente concentrar-se naquilo que devem fazer, ou seja melhorar as condições básicas das suas populações e atrair para os seus concelhos o máximo de negócios em todas as áreas.E deixarem-se de me ter alhos em bugalhos.


A cultura?


Não sendo como aquele senhor alemão até porque não tenho pistola nenhuma devia ser entregue por concurso público com regras bem definidas quer no aspecto dela própria quer no aspecto financeiro.Dêem-me o Rivoli que eu contracto quem me faça e a quem mo deu ganhar muito dinheiro.



LAM
"Dêem-me o Rivoli que eu contracto quem me faça e a quem mo deu ganhar muito dinheiro. "

Se é para isso que deve servir um teatro municipal, então uma hipótese já foi deixada pela autora do post: casamentos e batizados. O lucro poderia ser ainda aumentado à noite com um clube de strip. Aliás, a via do "lucro" foi seguida pelo senhor Rui Rio, que fica agora a arder com dívidas de Filipe La Féria, isto além dos cerca de 700 mil aéreos com que a câmara apoiou o artista. (aqui "artista" com toda a literalidade que consigamos imaginar...).






Obrigado.


 


Eu, sinceramente, acho que todos os bens devem servir para criar riqueza e um edifício daquele calibre em plena zona nobre do Porto certamente que será um bom activo.


Não é aqui a altura de esmiuçar (lá está a parte popular) como é que se deve fazer isso mas há no Porto quem o saiba fazer, como diria o outro deixem-me trabalhar.


deixado a 28/11/10 às 21:06
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Reaccionário
Já era também altura de aprender a escrever «contrato».
Não foi por falta de pessoas a dizerem-lhe aqui que é assim que se escreve (e não venha outra vez com a conversa do Acordo Ortográfico, porque nunca na Língua Portuguesa se escreveu «contracto»).


Obrigado.
A culpa é do corrector que deixa passar esse erro, pois escrevo sempre primeiro em word e só depois passo para aqui o texto.

deixado a 29/11/10 às 02:00
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Mouzinho
O que quer dizer ao cero "gizar uma política cultural"?

deixado a 27/11/10 às 18:46
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Viajante 100 destino
... e que volte de novo o Teatro Plástico, e caso este se tenha desintegrado, venha o Teatro de Cartão ou qualquer outro.

deixado a 27/11/10 às 21:15
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joaquim azevedo
O Mister Lantejoulas vai "dar corda aos vitorinos", sem pagar a quem deve, mas já há abutres a tentar ocupar o espaço. Basta ver a "candidatura" do sr Dorminsky que foi lançada hoje numa notícia que saiu num cantinho discreto do JN. Definitivamente, a cultura no Porto está a saque...!

deixado a 28/11/10 às 01:49
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A. G.
Minha cara, temo que, a prolongar-se a estadia de Rio no edifício do cimo da avenida, o edifício do Rivoli se assemelhe , cada vez mais, a outros da baixa portuense: em ruínas BR>

deixado a 28/11/10 às 19:46
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