Sábado, 8 de Maio de 2010
por Bruno Sena Martins
"Em teoria, um jornalista, sobretudo se sedento de notoriedade, poderia perguntar ao Papa qual foi a última vez em que teve relações sexuais; ao primeiro-ministro se recebeu dinheiro no processo Freeport; ao Presidente da República se não está arrependido de ter mandado um assessor filtrar uma notícia falsa a um jornal, etc., etc., etc.
Para que não fiquem dúvidas: eu nunca faria nenhuma destas perguntas, tal como estão enunciadas, porque as considero insultuosas." João Marcelino, Dn

Já agora, veja-se um excerto de Hard Talk, porventura um exemplo de jornalismo sedento de notoriedade no ver de João Marcelino. Aqui as perguntas não se dividem entre as insultuosas e as corteses, mas entre as que têm resposta e aquelas que não têm. Tão simples quanto isso:


por Bruno Sena Martins
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17 comentários:
[...] This post was mentioned on Twitter by Arrastão. Arrastão said: Arrastão O jornalista deve sempre cortejar a resposta: “ainda bem que me faz essa pergunta”: “Em teoria, um jornal... http://bit.ly/avcgUb [...]

deixado a 8/5/10 às 15:27
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Mas esta pergunta já se podia fazer, não podia?

http://lishbuna.blogspot.com/2010/03/ora-aqui-esta-um-belo-topico-para-uma.html

deixado a 8/5/10 às 15:30
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Lisboeta
Eu já sabia que João Marcelino era "lagarto", mas sabujo não...

deixado a 8/5/10 às 15:50
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da Maia
João Marcelino está a candidatar-se ao novo
"Plano Nacional de Formatação Cerebral dos Jornalistas e Cidadãos em Geral",
antes conhecido como "Big Brother".
E já lá vão 72 horas... e as cinzas vulcânicas devem já cair na Galiza e no Minho; afectam os vôos das "low cost" - pois estas cinzas selectivas só afectam o pessoal mais pobretanas.

deixado a 8/5/10 às 16:00
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Agora as perguntas sao insultuosas! Estou sempre a aprender.
No tempo do meu avô, dizia-se que perguntar não ofendia. Se calhar era só retórica.

deixado a 8/5/10 às 17:15
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João Marcelino fez um trabalho notável no Correio da Manhã, elevando os níveis de profissionalismo do jornal sem comprometer (pelo menos aparentemente) o seu sucesso comercial.

A frase não é minha mas certamente que aqui no blog se vão lembrar dela.
Foi para o Diário de Notícias para fazer lá o mesmo sucesso que tinha feito anteriormente.
Parece que também aqui teve sucesso.
Eu se tivesse uma empresa gostava de ter lá muitos Joões Marcelinos.

Diz aí um senhor que perguntar não ofende.
Ofende sim senhor e tenho aqui pelo menos dez perguntas que se lhas fizesse ia ficar muito ofendido

deixado a 8/5/10 às 18:22
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José Bastos
Vi o video mas não ouvi pergunta alguma que não tivesse tido resposta. Pode é não se concordar com algumas respostas, mas isso é diferente.

deixado a 8/5/10 às 20:39
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Na pior das hipóteses, não responderia.
(fica a garantia que não "tomar posse"* dos gravadores)

* vocábulo para-lamentar que quer dizer "roubar", pelo menos na minha terra é assim, quem pega no que não lhe pertence é ladrão.

deixado a 8/5/10 às 20:56
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Paulo
Tardava o Marcelino em vir à liça a defender o indefensável...demorou, mas apareceu! Vocês ainda não compreenderam que para po Marcelino as perguntas que um jornalista deve fazer ao "chefe" são sempre as que previamente combinou com ele! Ou seja, tem sempre de haver um guião, para não expor ninguém...e toda esta encenação prévia assume importância dramática para chefes / partidos/ personagens com demasiados esqueletos no armário e em periodos em que parece o que o céu finalmente lhes começou a cair na cabeça e não há elmo que os proteja!!! Mesmo que sejam as perguntas "permitidas";
Fiquem bem, paulo

deixado a 8/5/10 às 22:07
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Mouzinho
O autor da posta é um daqueles de indiganção selectiva...

O exemplo do vídeo é um exemplo de jornalismo tendencioso (a Santa Inquisição Anto-Racista), na qual o "criminoso" (cada vez mais apoiado no seu país) se sai muito bem. Diga-se aliás que o país deste jornalista até barrou a entrada ao "criminoso" deputado.

Quanto ao ódio que este blog tem ao Marcelino será coisa para psiquiatra...

Quanto aos argumentos - aqui no tasco defende-se ( e às vezes pratica-se a censura) se os conteúdos são menos agradáveis, e perante argumentos (fracos ou fortes) responde-se com ataques pessoais.

deixado a 8/5/10 às 22:12
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