Quinta-feira, 26 de Agosto de 2010
por Bruno Sena Martins

por Bruno Sena Martins
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8 comentários:
Daniel Sobral
Muito Bom,

já agora a última parte do video tem muito a ver connosco.

"Vote for me everything will be ok next year"
"It's crap", "You should say it's crap"


Lembra-me uma personalidade da nossa vida pública actual, mas se calhar este senhor do video também é muito "pessimista".

É irónico ver que o senhor do video aborda a relação entre a politica e a economia de uma forma paralela a essa tal personagem, mas não sei porquê, aqui são tratados de formas completamente opostas.

deixado a 26/8/10 às 12:04
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O gajo desenha bem, e diz algumas verdades.

deixado a 26/8/10 às 13:23
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GESTRUNDINO MALAQUIAS DO COIRO CAHAU
As crises dos mehor sistema até hoje encontrado de criação de riqueza e distribuição da mesma pelas pessoas.

deixado a 26/8/10 às 13:31
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JPT
Há já uma enorme quantidade de gente que diz ter entendido qual é o problema do capitalismo. Ok. E que tal começar a sugerir e construir alternativas? Não vejo nem ouço ninguém a apontar alternativas. Qual é a maneira de, em democracia (o que implica pluralismo e tolerância), construir uma sociedade mais justa e que garanta bem-estar geral?

"...I don't have the solution, but I think I know what's the nature of the problem". Se todos disserem isto, nada muda.

JPTelo

deixado a 26/8/10 às 16:06
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[...] As crises do capitalismo – [...]

deixado a 26/8/10 às 16:13
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Daniel Sobral
As soluções devem ser reais, não podem ser inventadas.

Se uma pessoa não as tem o melhor que pode fazer é compreender o problema e debate-lo, em busca de gerar a tão desejada solução, é disto que vive o progresso.

deixado a 26/8/10 às 18:47
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obelisco instavel
Deixe-me lembrar-lhe um pequeno principio do capitalismo, o seu objectivo é a acumulação de riqueza e não a sua distribuíção. Se não sabe isto ou anda distraído, ou pensa que os outros andam distraídos.

È também forçoso reconhecer que o sistema capitalista contêm muitas nuances, desde a social-democracia até aos regimes ditatoriais, sendo as suas diferenças abismais.

Para se ter uma ideia basta ver quanto ganha o presidente da Nokia (440 000 euros anuais) e quanto ganha o presidente da EDP (3 milhões e qq coisa), compare-se agora a dimensão da nokia e da edp, a nokia vende num trimestre o que a edp vende num ano.

É a distribuição de riqueza do capitalismo português.

Sinceramente, não percebo porque se ofendem quando lhes chamam ladrões.

deixado a 26/8/10 às 23:03
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Leonel Nogueira
existem problemas em multi-nível em que as mudanças a ser provocadas só consequentes de alterações políticas (e culturais). o importante será CAMINHAR PARA AS SOLUÇÕES de forma cautelosa. (a nossa CULTURA não gosta de coisas complicadas e assusta-se com propostas radicais).

ocorre-me que gostaria de viver num país com ESTRATÉGIA. (admiro aqueles que fizeram da sua bandeira as flores ou o artesanato/banca, e a sua estratégia de evolução anda em volta daquilo em que são bons. aconteceu de forma natural: não creio.) a partir do momento em que um país não aparenta ter estratégia objectiva (de desenvolvimento do melhor que tem para oferecer ao mundo), não há alterações políticas consertadas objectivas e as alterações políticas que há até podem surgir de forma atabalhoada e castradora (ou apenas para satisfação de alguns interesses de guerras palacianas).

o vídeo aponta os problemas e soluções (mesmo dizendo que não as sabe).
as políticas não podem de um dia para o outro resolver os problemas do capitalismo, mas é possível definir estratégias e implementar (graduais) medidas não radicais diria mesmo a abrir precedentes para condicionar a actuação dos garganeiros e dos aspectos negativos do capitalismo, ou mesmo para tentar forçar o capitalismo a resolver as sua crise (não se podem pôr todos na prisão e não se lhes pode tirar o dinheiro todo como o vídeo sugere, que assim eles não entendem e ficam assustados). acredito que problemas como os apresentados também se resolvem com ECONOMETRIA POLÍTICA RESPONSÁVEL. nós temos problemas adicionais: não creio que os nossos políticos percebem de econometria e os nossos econometristas também são gulosos, além disso vive-se com a estranha sensação que há políticos que trabalham para o sector privado e dizem as más línguas que existem políticos gulosos. (portanto existe uma mudança cultural que tem de acontecer.)

a um outro nível o problema é global e as soluções tem de tender a ser globais (e neste caso o precedente a abrir não pode ser mandar os ciganos para a terra deles), nestas coisas o primeiro a ter o arrojo de provocar as mudanças exemplares talvez possa responder com clareza à pergunta: What about the pigs?

deixado a 31/8/10 às 13:28
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