Segunda-feira, 22 de Novembro de 2010
por Bruno Sena Martins
"O Estado está a pagar por uma rede de comunicações do Ministério da Administração Interna um total de 485,5 milhões de euros, cinco vezes mais do que poderia ter gasto se tivesse optado por outro modelo técnico e financeiro."

Sugestão do Libertário

*Esta rubrica procurá dar conta dos negócios ruinosos que trouxeram as finanças públicas até ao momento actual. Contribuições e sugestões são bem vindas a despeito de quadrantes políticos.

por Bruno Sena Martins
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32 comentários:
Nom_de_Guerre
E eu respondo com outra:

O partido tricéfalo PS/PSD/CDS aprovou um perdão fiscal ás empresas em off-shore:

http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Esquemas-offshore-recebem-perdao-fiscal.rtp&article=328421&layout=10&visual=3&tm=6

É que os 700 mil funcionários pagam impostos, descontam e estarão a exercer um direito constitucional, sendo este último item não só algo essencial numa democracia livre como algo exótico para muito boa gente.

ps. Não sou funcionário público, sou um daqueles imbecis que é sócio de uma empresa (que também exporta) e que paga impostos e descontos sobre os seus trabalhadores com contrato.

deixado a 22/11/10 às 17:23
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NunoMGF
Da forma como fala parece que prefere viver num pais sem estado.
Ou sera que pretendia dizer :em que tipo de porcaria se metem os nossos governantes que nao seja para fazer o estado perder dinheiro ?

deixado a 22/11/10 às 17:35
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Vanessa Nicolau
Bruno, o link está marado.

deixado a 22/11/10 às 17:42
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Tambem quero dar um contributo

Uma operação ao coração vulgarmente chamado de "bypass" custa ao estado 12000€.

Os utentes do SNS pagam em média 5€.

deixado a 22/11/10 às 17:57
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JAraujo
e afinal, querem ou não querem responsabilização civil e criminal!!!
para mim isso era limpinho.
o que acha o BE?
(eu sei que BSM não é porta voz do BE, mas alguém por ele pode chegar-se à frente?)

deixado a 22/11/10 às 18:14
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Outra

em Portugal 65% das pessoas não paga qq consulta média.

Ora uma consulta custa entre 80 e 90€ euros ao estado.

Será que temos 65% de pobres ?

deixado a 22/11/10 às 18:22
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LAM
olhe que não. O próprio estado, através do governo, não considera isso grande prejuízo, nem por isso os portugueses se sentem prejudicados. Senão não teria dado tolerância de ponto numa cidade, por acaso capital, a propósito de uma reunião da Nato e, aqui, teria havido de imediato reacções das "forças produtivas", o que não foi o caso.

deixado a 22/11/10 às 18:40
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Nuno
É deixá-los morrer, especialmente se fizerem uma dieta à base de fritos e enchidos.

deixado a 22/11/10 às 19:30
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Nom_de_Guerre
Tem toda a razão, e mais:

Um polícia custa ao Estado dezenas de milhares de euros para quê? Policiar-me? Eu não preciso de polícia "pública" (logo, devem ser uns mandriões). Acabem com eles.

Praias e parques públicos que absorvem milhões de euros em gestão e limpeza? Para quê? Não gosto de passar fins de semana com a nojice dos meus co-cidadãos! Acabe-se com essa brincadeira e cobre-se entrada.

Bibliotecas públicas? Não me façam rir! Este país é só analfabetos e partilhar livros é comunismo. Fechem esse disparate!

Bombeiros voluntários? Nem me façam começar com essa- eu tenho cuidado com as minhas coisas e tenho certezinha absoluta que nunca vou precisar de bombeiros, então vou pagar para irem buscar velhinhas irresponsáveis que morrem de frio ou calor ou desencarcerarem aceleras na auto-estrada? Isso é que era bom!

Isto do Estado é um disparate- é cada um por si e estamos mesmo livres deste lirismo de partilhar recursos para o bem comum. Olhem só para a Somália- lá é que é porreiro, não se pagam impostos e os mais eficientes sobrevivem (literalmente).

Não, isto da sociedade humana ter evolvido para um estado robusto para subir o nível de todos é uma falácia que morreu de velha.

deixado a 22/11/10 às 20:27
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Para alem do nosso sistema monetário consistir num sistema de criação de dinheiro através da divida (apesar disso ser um problema mundial). Penso que as principais medidas responsáveis pelo descalabro das contas publicas, foram as privatizações das grandes empresas como, a EDP, PT, GALP, etc.. com a treta da redução do défice. Podem argumentar o que quiserem mas a verdade é que são estas empresas que mais cotação tem na Bolsa de valores a par dos bancos. Quiseram dar ouvidos ás doutrinas neo-liberais da redução do estado, mas esqueceram-se que o estado somos todos nós.

deixado a 22/11/10 às 20:39
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