Terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010
por João Rodrigues


“Aumenta número de pais que não pagam os colégios privados” (jornal i). E que tal a escola pública? Vão ver que não custa nada. Já vai mas é sendo tempo de acabar com os regressivos benefícios fiscais às despesas privadas em educação e com os escandalosos subsídios, que não param de crescer, ao ensino privado. Em tempos de crise, a prioridade tem de ser o reforço da escola pública e dos restantes serviços públicos. Aqui não se constroem novas barreiras de classe, com todos os preconceitos associados, e até se podem abater algumas…

Escrevi isto no Ladrões há um ano atrás, a partir de uma notícia que ia no mesmo sentido. Tudo na mesma.

por João Rodrigues
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54 comentários:
António Cunha
ó sr Rodrigues, se eu o conhecesse de algum lado mandava-o para um certo sitio, assim apenas lhe pergunto:

E aquelas pessoas que tem filhos com menos de 6 anos e que não têm IRS miserável para colocar os filhos numa cresce do estado ?

E aquelas pessoas que descontam aos 1000 euros para impostos e não tem uma cresce publica para colocar os filhos, pois estão cheias de imigrantes, ciganos e sei lá mais o quê ?

ó Homem ganhe juízo. Você desde que aqui posta é só asneiras.

deixado a 9/2/10 às 17:14
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esquerdino
Só asneiras o João Rodrigues???? toninho, você foi mesmo contratado como bobo da corte aqui no arrastão? Foi não foi??

deixado a 9/2/10 às 17:23
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António Cunha
Se todas as pessoas que pagam impostos e tem os filhos no privado, quisessem colocar os filhos no estado como sugere não faltaria berreiro. Depois era só mandar falar com o sr Rodrigues que é o entendido na matéria.

É o que dá falar do que não se sabe.

deixado a 9/2/10 às 17:24
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João
Estou de acordo, desde que o João Rodrigues aqui posta é só asneiras de comentadores como o senhor Cunha

deixado a 9/2/10 às 17:44
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António Cunha
Se fui contratado ainda não recebi nada.

Mas estes economistas bloqueiros são todos um fantásticos candidatos ao "NÓBEL", é pena ainda não terem reparado neles.
E eu a pensar que só o anacleto é que percebia de economia. Afinal existem mais.

Virgem Santissima

deixado a 9/2/10 às 17:53
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Dazulpintado
É mas é tempo de cada família decidir onde quer educar os seus filhos. É bem conhecido o custo anual de cada aluno, por isso, o estado só tem que dar a cada encarregado de educação um cheque desse valor.

deixado a 9/2/10 às 18:09
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Nuno
Eu estudei na escola pública. Não quero que os meus filhos estudem na escola pública. É preciso explicar porquê?

deixado a 9/2/10 às 18:17
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João Rodrigues:

Apesar de perceber o objectivo da sua ideia, devemos ter em conta que a relação Estado/privados criou perversões de que o cidadão não pode ser vítima. Acredite que há zonas do nosso país em que a única hipótese das crianças estudarem a partir do 2º ciclo, são colégios privados. A aplicação de uma medida como aquela que defende, pressupõe a prévia resolução desta perversão.

deixado a 9/2/10 às 18:31
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José Gabriel
Meu caro A Cunha o Sr. Pode ter medo de estrangeiros e ciganos, mas porque raio é que eu com os meus impostos tenho de pagar os seus medos. Cá para mim benefícios fiscais às despesas privadas em educação só em zonas onde não houvesse oferta pública.

deixado a 9/2/10 às 18:33
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O mais incrível é que têm todos os benefícios para ter os filhos a estudar em escolas privadas onde não raras vezes são oferecidas notas para terem médias para entrar em certos cursos e poderem passar à frente de quem andou a estudar em escolas públicas e a estudar para conseguir entrar em boas faculdades públicas. Mas claro, os senhores que defendem a liberdade de escolha do local de ensino e ainda se arrogam o direito de poupar à custa disso, não hesitam em colocar depois os filhos em públicas com notas falsas. Seria no mínimo bizarro que o estado pagasse os "cheques-escola" para andar a sustentar colégios que se dedicam à venda de notas, não ao ensino.
Escusado será dizer que depois ficam todos reprovados no primeiro ano de faculdade sem entenderem bem porquê.

deixado a 9/2/10 às 18:34
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