Segunda-feira, 1 de Março de 2010
por João Rodrigues


Numa catástrofe, a confiança, a coordenação de esforços e a solidariedade dependem da capacidade dos poderes públicos. Já reparou como o discurso do monstro do Estado se torna, neste contexto, uma ficção ainda mais grosseira? Na realidade, agora sabemos que é preciso um radar meteorológico na Madeira e muito maior atenção a outros bens públicos: da reflorestação à mobilização de crédito ou a um planeamento mais intenso. É também necessário combater a perversão de um poder político capturado pelo rentismo imobiliário, bem expresso nos centros comerciais do Funchal.

As sociedades que prosperam, no sentido amplo da palavra, são as que sabem viver pacificamente com o que a vida mostra com mais clareza em situações de risco: o peso do Estado não vai, não pode, diminuir. Habituem-se os iludidos. A questão nunca é essa, mas sim que ideias e que interesses controlam os recursos públicos e definem as regras do jogo: as que podem aumentar ou atenuar as violências de todas as margens.

O resto da minha crónica do i pode ser lido e comentado aqui.

por João Rodrigues
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