Sexta-feira, 19 de Junho de 2009
por Daniel Oliveira


por Daniel Oliveira
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49 comentários:
Duarte Sousa
Um república democrata islâmica no seu melhor....

deixado a 19/6/09 às 04:41
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x
O problema do Arrastão é que perdeu toda a credibilidade com os acontecimentos do 1º de Maio. Se o Arrastão nem sequer diz a verdade sobre o que se passa em Lisboa...
(Claro que o actual presidente do Irão não é uma pessoa frequentável, mas isso é outra estória)

deixado a 19/6/09 às 07:48
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tess
Fico espantado como uma esquerda moderna alinha em todas a histórias das revoluções coloridas devidamente enquadradas pela CIA,como a da Ucrânia,Checoslováquia,geórgias,etc,até o Milosevic era uma aberração no seio das forças democráticas onde domina uma cleptocracia democrática(concertezamente!).Fico triste com esta salganhada que parece ter muita coincidência e,coincidências são de desconfiar...
Um cientista social como José Pureza a debitar facilidades e clichés...

deixado a 19/6/09 às 08:29
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A sensacional emoção que coloca nestes posts sobre um assunto menor de um as eleições num estado onde o poder não foi a votos, permite-lhe não ver a realidade da colagem do seu partido ao PS.
Nada de estranhar, já o saudoso Zé que fazia falta sentiu, e prova de momento, esse doce que se chama o poder.

A sua deputada defendendo o TGV e os seus deputados assobiando para o lado numa moção de censura mostram o caminho que o Querido Líder aponta.
Se não os podes vencer junta-te a eles.

Há quem vá ficar desiludido.

deixado a 19/6/09 às 08:36
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Sabe alguma coisa sobre a pessoa, pessoas ou organizações que postaram este vídeo no Youtube?

É credível porquê?

deixado a 19/6/09 às 09:17
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Daniel os comunas ainda estão ressabiados com aquilo do 1º de Maio.

Foda-se que pachorra que voce tem para aturar estes gajos.

deixado a 19/6/09 às 09:40
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party program
Como se cenas semelhantes ou pior ainda não ocorressem diariamente em democracias mais próximas ou mesmo na sua.

deixado a 19/6/09 às 09:49
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Madalena Madeira
Violência , violência.... o que é?
É um Stressor Social:
Violência é um comportamento que causa dano a outra pessoa, ser vivo ou objecto. Nega-se autonomia, integridade física ou psicológica e mesmo a vida de outro. É o uso excessivo de força, além do necessário ou esperado. O termo deriva do latim violentia (que genericamente significa qualquer comportamento ou conjunto que deriva de vis, força, vigor), aplicação de força, vigor, contra qualquer coisa ou ente.
Numa perspectiva contemporânea violência diferencia-se de força, palavras que costuma estar próximas na língua e pensamento quotidiano. Enquanto que força designa,na sua acepção filosófica, a energia ou "firmeza" de algo, a violência caracteriza-se pela acção corrupta, impaciente e baseada na ira, que não convence ou busca convencer o outro, simplesmente o agride.
Existe violência explícita quando há ruptura de normas ou moral sociais estabelecidas a esse respeito: não é um conceito absoluto, variando entre sociedades. Por exemplo, rituais de iniciação podem ser encaradas como violentos pela sociedade ocidental, mas não pelas sociedades que o praticam.
- Tipologia da violência:
Violência física
Violência psicológica
Violência política
Violência cultural
Violência verbal
Violência contra a mulher
Violência infantil
Violência Espontânea x Institucional
Assédio moral e sexual no trabalho
Violência doméstica
Violência infantil
Violência urbana
Violência no desporto

A tortura é uma das mais cruéis formas de violência, deixando sequelas psico-emocionais, muitas vezes, irreversíveis num indivíduo. Foi amplamente utilizada no período da inquisição para arrancar confissões de supostos infiéis da igreja católica, e por ditaduras militares para conseguir extrair informações de inimigos políticos.
- Diversas causas externas ao indivíduo já foram propostas para explicar a violência física:
- Cultura moderna:
A proposta de que a cultura moderna instiga à violência em relação a culturas indígenas ou pré-históricas é baseada na filosofia do bom selvagem de Rousseau e da "tabula rasa" de Locke. Foi descartada pela evidência de que essas sociedades eram proporcionalmente mais violentas que a nossa (Bamforth, 1994; Chagnon, 1996; Daly & Wilson, 1988; Ember, 1978; Chiglieri, 1999; Gibons, 1998; Keeley, 1996; Kingdon, 1993; Knauft, 1987; Krech, 1999; Wrangham & Peterson, 1996), praticando até canibalismo (Gibons,1997; Holden, 200).
- Violência nos média:
Já foram realizados diversos estudos sobre a relação entre violência nos média e comportamento agressivo, mas até agora não há nenhuma evidência conclusiva dessa relação. A televisão e o cinema são apontados como irradiadores destes comportamentos, na medida que poderiam influenciar um indivíduo ou grupo. (Fishhoff, 1999; Freedman, 1984; Freedman, 1996; Freedman, 2002; Renfrew, 1997).
- Acesso a armas de fogo:
Não há nenhuma correlação observável entre o acesso a armas de fogo e violência, apesar desse instrumento tornar a violência mais efectiva e fácil. Análises estatísticas sugerem que a correlação pode ser até inversa (Lott, 1998).
- Discriminação e pobreza:
Apesar de indícios de que esses factores estejam mais relacionados a violência, não há uma correlação clara. Países com maior desnível socioeconómico têm outros factores culturais que também podem influenciar o nível de violência.
De acordo com Thomas Hobbes a ciência hoje conclui que a violência é determinada pela complexa combinação entre factores externos e características inatas do ser humano:
- De género: os homens são mais violentos em praticamente todas as culturas; especialmente homens jovens entre 15 e 30 anos de idade (Daly & Wilson, 1988; Rogers, 1994; Wilson & Herrnstein, 1985).
- Distúrbios de personalidade: cerca de 7% dos homens jovens cometem 7% de delitos violentos repetidos (Wright, 1995). Avaliações psicológicas demonstram um perfil de personalidade distinto nesses indivíduos, que tendem a ser impulsivos, ter baixo nível de inteligência, ser hiperactivos e com deficit de atenção (Holden, Science, 2000). Parte deles são considerados psicopatas (Hare, 1993; Lykken, 1995; Rice, 1997). Essas características emergem no início da infância, persistem ao longo de toda a vida e são em grande medida hereditários, embora de modo algum o sejam completamente (Pinker, 2004).
- Predisposição inata à violência: em todas as culturas, brincadeiras violentas surgem espontaneamente, especialmente entre meninos, logo depois que as crianças começam a andar, com comportamento agressivo ocorrendo em cerca de metade deles aos dois anos de idade (Holden, Science, 2000).
Essa predisposição inata é facilmente explicável pela necessidade da selecção dessa característica durante a evolução da nossa espécie. Somos todos descendentes de indivíduos que souberam caçar efectivamente, que venceram a competição sexual, que sobreviveram a guerras tribais e a todos os aspectos da violência.
A chamada “armadilha” Hobbesiana diz que a presença de um indivíduo, tribo ou nação agressiva instiga seus pares à violência, seja pela defesa ou de modo preventivo, para inibir a possibilidade de agressão (Pinker, 2004; Daly & Wilson, 1988; Glover, 1999; Horowitz, 2001).
- Abuso no relacionamento íntimo como Stressor:
Os efeitos da qualidade do relacionamento íntimo no estado de saúde dos indivíduos têm sido cada vez mais estudados (Campbell et al., 2002; Coker et al., 2000c). Rush (2000), por exemplo, apresenta a questão da violência contra a mulher não apenas como um problema social, mas também como um problema de saúde pública. Com efeito, este autor verifica que as mulheres que foram vítimas de abuso no contexto do relacionamento com o companheiro recorrem mais a serviços médicos, têm maior taxa de absentismo, ficam mais dias de cama e exibem mais sintomas de stress e depressão, assim como idealização e/ou tentativas de suicídio, stress pós-traumático, baixa auto estima, abuso de álcool e de outras drogas. Cerca de 24 a 54% das mulheres que procuram os serviços de urgência hospitalar nos Estados Unidos têm história de abuso no relacionamento íntimo (Abbott, Johnson, Koziol-McLain e Lowenstein, 1995; Dearwater et al., 1998). Mais autores, têm observado uma elevada afluência de vítimas de abuso aos serviços médicos, assinalando os elevados gastos com a saúde nesta população.
Em termos dos seus efeitos, as experiências de abuso no relacionamento íntimo originam um vasto leque de reacções emocionais que incluem medo, raiva, isolamento e mal-estar emocional (Emery, Cate, Henton e Andrews, 1987;Kilpatrick et al., 1988; Koss, 1993).

deixado a 19/6/09 às 10:40
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msousag.
À guiza de mais informação aqui vai um link

http://resistir.info/irao/meyssan_17jun09.html

Sr.Antº Cunha,está-se a referir àquele sr. meio albino dos quadros do BE?Déninho ou lá o que é?Que foi apagado, à boa maneira estalinista ou democrática,como quiser,de fotos?

deixado a 19/6/09 às 12:04
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João Pereira da Silva
Daniel,

Será necessário publicar este tipo de violência no Arrastão? A brutalidade e bestialidade desses homens associados ao blog? Para quê? Um post sintético sobre a violência no Irão, mesmo inspirado por estas imagens não bastaria? O Arrastão a publicar "snuff movies"?

deixado a 19/6/09 às 12:09
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