Domingo, 9 de Setembro de 2007
por Daniel Oliveira
O Papa Bento XVI lamentou a falta de crianças na Europa e culpou o egoísmo e a falta de confiança no futuro de seus habitantes, no segundo dia de sua visita à Áustria.
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por Daniel Oliveira



«Oficialmente, Dalai Lama não é recebido por responsáveis do Governo português, como é óbvio», declarou o ministro dos Negócios Estrangeiros português, Luís Amado, à margem da reunião informal dos chefes das diplomacias dos 27, que hoje terminou em Viana do Castelo.

Quando questionado sobre as razões pelas quains considerava óbvia a recusa do Governo de Lisboa em receber oficialmente o Dalai Lama, Luís Amado afirmou: «Pelas razões que são conhecidas».


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por Daniel Oliveira
Não é tão bonito como o vídeo que aqui coloquei há dois meses, dedicado às mulheres na pintura. Mas vale a pena ver. As mulheres no cinema. Como o outro, passou no "Eixo do Mal". Hoje.

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Sábado, 8 de Setembro de 2007
por Daniel Oliveira
Sobre a celebração da revolução de 1917 na Festa do "Avante!", escreve-se esta pérola: «Não seria muito diferente celebrar a peste negra, o holocausto, o último tsunami ou a SIDA». O grande problema dos que se julgam no lugar certo da história, sejam eles comunistas ou liberais, é que rapidamente deixam de se dar ao trabalho de pensar. Não é que não consigam, apenas ninguém lhes exige esse esforço quando falam dos derrotados.
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por Daniel Oliveira
Numa operação que faz lembrar as campanhas de Mao Zedong para a modernização da China, não há ministro que não ande pelo país a distribuir computadores. A festa sai barata ao Governo e abre interessantes mercados à Microsoft e aos operadores de Internet, que recebem assim, de bandeja, clientes fidelizados.

Mas a escolha do momento para esta operação de marketing político não deixa de ser irónica. Acontece quando o número de licenciados desempregados aumenta dramaticamente e o abandono escolar volta a crescer. Acontece quando as nossas universidades mal podem pagar o papel higiénico, quando a investigação está nas lonas, a produção artística está reduzida a nada e todos os projectos interessantes feitos em escolas acabam por falta de verbas e de pessoal. Um país cheio de computadores para uma economia de Terceiro Mundo e um sistema escolar miserável parece-me uma experiência social interessantíssima. Ficamos todos em casa, é verdade. Mas sempre nos entretemos a jogar Tetris.
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Nos Estados Unidos, alguém resolveu fazer um teste com mais de sessenta miúdos, entre os três e os cinco anos. Embrulharam cenouras cozidas em papel normal e em papel da McDonald's. Fizeram o mesmo com leite e sumo de maçã. Uns em copos normais, outros em copos da multinacional. Os miúdos nem pestenejaram: comeram e beberam o que julgavam ser da McDonald's e choraram por mais. O resto, exactamente igual, não lhes soube lá muito bem. Moral da história: com boa publicidade, até as cenouras sabem melhor.

Para defender as crianças da manipulação, o Ministério da Educação português resolveu avançar com um projecto escolar: ensinar os alunos do primeiro ciclo a ter "sentido critico" em relação aos anúncios que vêem na televisão. O mais interessante vem depois. Quem é que aplica este programa? Um comité presidido pelo director-geral do Grupo Nestlé. E quem paga? Danone, Continente, Diageo, Kellogg`s e Nestlé. Ficam-me duas inquietações. Em que momento passou a ser aceitável que empresas privadas sejam responsáveis por matérias ensinadas nas escolas? E a que cabeça brilhante ocorreu que as empresas que convencem as crianças, através da publicidade, a encherem-se de calorias, são as mais habilitadas para as defender da publicidade que lhes impingem? Quem julga que estamos dispostos a entregar o "sentido crítico" dos nossos filhos a multinacionais alimentares só pode pensar que ensandecemos de vez.
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Sexta-feira, 7 de Setembro de 2007
por Daniel Oliveira
Falar de "cariz fascizante" para se referir ao governo de Sócrates não é tornar a oposição a um péssimo governo mais eficaz. É enfraquecer a oposição através do ridículo e banalizar palavras que um dia poderão vir a ser necessárias. De tanto gritar que aí vem o lobo...
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Um grupo de comediantes conseguiu furar o gigantesco esquema de segurança montado para garantir a segurança dos líderes Mundiais que se reúnem em Sydney, no âmbito do Fórum de Cooperação Económica Ásia/Pacífico (APEC). Os intrusos, membros de uma televisão australiana (ABC), simularam uma comitiva com três carros de luxo e duas motos, escoltada por seguranças de óculos escuros e com Bin Laden sentado num dos bancos de trás. Só foram parados quando se encontravam a poucos metros do Hotel onde está instalado George Bush.


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A Administração norte-americana obteve uma cópia de um alegado novo vídeo de Osama bin Laden, que organizações islamistas pretendem divulgar aquando do sexto aniversário dos atentados de 11 de Setembro.

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A canalha não é o povo. A canalha é a caricatura do povo para a televisão. São os que se juntam à saída de interrogatórios e julgamentos para insultar quem está na mó de baixo. Trata-se da mais abjecta espécie de cobardes. É provável que alguns tenham chorado a sorte da Madeleine McCann como se fosse alguém da família. Não, não é compaixão. Vivem a vida dos outros como se vive uma novela. São tudo personagens, motivo de conversa, uma forma de passar o tempo. Amanhã já se esqueceram. Mas hoje insultam os vilões do momento.

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Quinta-feira, 6 de Setembro de 2007
por Daniel Oliveira
A viagem de Luís Filipe Menezes aos Açores foi feita num jacto privado, foi paga por um empresário do sector hoteleiro com interesses em Vila Nova de Gaia.
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Na coluna da direita estão 45 novos blogues. Dois são reentradas, porque lhes tinha perdido o rasto. Um era um esquecimento idiota, porque já o linkei várias vezes quase sempre em polémica. Os restantes foram descobertas. São eles: Activismo de Sofá, Ana de Amsterdam, O Andarilho, Arioplano, Arroz do Céu, Avada Kedavra, Azinhaga da Cidade, Bem pelo Contrário, O Blogue Qualquer, Cabaret Voltaire, Cantigueiro, Casa em Arruda dos Vinhos, Eça é que Hesse, Enresinados, À Esquerda, Esquerda Comunista, Esquerda Revolucionária, Farinha Amparo, A Ilusão da Visão, A Ilha do Dia Antes, Instante Fatal, O Jumento, Menos um Carro, Mentira, Miss Pearls, Mitos Urbanos, Monstruosidades do Tempo e da Fortuna, O Mundo em Guerra. Mundo da Verdade, O Nadir dos Tempos, O Papalagui. Pathos na Polis, Pensar Ansiães, Pópulo, Porque Posso, Porta do Vento. O Profano, Prometeu Agrilhoado, Quinta Cativa, O Reino dos Fins, Sulista, Elitista e Liberal, Veertice, O que Verdadeiramente me Irrita, Viagra e Prozac e 31 da Armada

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Quarta-feira, 5 de Setembro de 2007
por Daniel Oliveira



Paulo Portas anda a ver filmes pirateados e confessou-o na sua última crónica do "Sol". Um crime. "The Bourne Ultimatum" foi-lhe entregue por um cúmplice «que tinha arranjado uma qualquer maneira - informal ou informática – de o ver.» Portas fez o que faz quem ganha com o incumprimento da lei: «achei melhor nem perguntar qual». Não sei se chame a isto terrorismo, mas é seguramente violação de direito de propriedade. Passaram já vários dias e a justiça não fez nada. Inaceitável. Esperamos então a indignação do CDS e a mão pesada da Lei.


Leia tudo no Zero de Conduta.

PS: esclareço aqui que não tenho nada contra a pirataria. Mas isso sou eu, um esquerdista quase terrorista. Só que ao contrário de Paulo Portas, ando de cara destapada.

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Via, claro, Esquerda Revolucionária

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Neste inquérito internacional concluímos que a popularidade mundial de cada candidato à presidência americana é proporcional aos ataques que faz a Bush e à invasão do Iraque. Entre democratas e republicanos. A votação de Barak Obama não espanta. Mas a de Ron Paul, que se desenganem os "liberais" ultra-conservadores cá do burgo, tem apenas a ver com uma coisa: é o candidato republicano que mais ataca esta administração que a direita civilizada não suporta e que eles andaram a defender durante anos.

Aproveito este post para lançar um inquérito aqui ao lado, para ver qual a preferência dos nossos leitores entre os candidatos democratas e republicanos. Está na coluna da direita.
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A publicidade da Unilever na Europa:
"Todas merecemos sentir-nos bem com o que somos"



A publicidade da Unilever na India:


Via O Nadir dos Tempos


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Via Portugal Diário

Não sei ainda até que ponto este vídeo corresponde à verdade dos factos. A polícia está a investigar o sucedido. Espero pelos resultados.


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O governo continua a distribuição frenética de computadores. Como muitas das pessoas que os recebem não terão dinheiro para pagar a ligação à Internet de banda larga (mesmo que seja barata) e a compra de programas actualizados, teremos ou um país cheio de máquinas de escrever sofisticadas. Ou mais interessante ainda: é uma acção de promoção para empresas privadas, que recebem assim novos clientes fidelizados, angariados pelo Estado. Enquanto continua esta exibição maoista de revolução cultural, o número de desempregados licenciados, graças à não colocação de dezenas de milhares de professores, aumentou substancialmente. E o abandono escolar também.

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Nas escolas do primeiro ciclo vai passar a aprender-se a descodificar de uma forma crítica a publicidade. Parece boa ideia? A aplicação do projecto é garantida pela Associação Portuguesa de Anunciantes e o Comité de Direcção do Programa é presidido pelo director-geral do Grupo Nestlé. Danone, Modelo/Continente, Diageo, Kellogg`s e Nestlé pagam o projecto. Ou seja, os mesmos que convencem, na televisão, os nossos filhos a encherem-se de calorias vão, na escola, ensina-los a não ligarem ao que eles próprios anunciam. Para além de descobrirmos que agora as empresas definem os conteúdos do que se ensina nas escolas, somos todos tomados por parvos, levados a acreditar que as empresas estão disponíveis a tornar a sua publicidade numa inutilidade.


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Terça-feira, 4 de Setembro de 2007
por Daniel Oliveira
Desde o 11 de Setembro que o mundo anda aterrado com o fanatismo religioso islâmico. Christiane Amanpour, jornalista da CNN, teve a coragem de ir um pouco mais longe. Numa série de três documentários ('God's Warriors') visitou, ao longo de seis horas, aqueles que nas três religiões do Livro se julgam soldados de Deus na Terra e acreditam que a única sociedade tolerável é aquela que as suas interpretações da 'Tora', da 'Bíblia' e do 'Corão' recomendam. Uns lunáticos, rimos. Uma minoria, esperamos. Ilusões. Eles estão longe de ser marginais. Nos Estados Unidos arrebanham votos, são determinantes na Casa Banca e preparam o assalto ao Supremo Tribunal, decisivo para muitas das suas causas. Na maior parte dos países islâmicos estariam no poder se houvesse democracia porque para o povo o seu radicalismo não parece pior do que as tiranias corruptas que os dominam. Em Israel são a linha da frente que faz a paz parecer uma miragem. Eles estão perdidos numa sociedade global em que todas as redes sociais se romperam. Querem voltar atrás. Não é que sejam uns desgraçados. Apenas não sabem viver sozinhos. E se a vida que temos parece inevitável, se a ideia de esperança na política se tornou um crime com cheiro a totalitarismo, se só o cinismo é inteligente, eles escolhem a perfeição de Deus. E como todos os possuídos, querem dividi-la connosco, nem que seja à força. Usarão a política para nos pôr no caminho da virtude. Já a estão a usar.
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Num país com algum sentido de decência, o financiamento ilegal por parte de uma das maiores empresas de construção civil a um dos maiores partidos teria dominado a vida política nas últimas semanas. Aqui foi assunto menor. Portugal já se habituou a viver assim. Já nem estranha. E, no entanto, se queremos perceber os mecanismos do favorecimento político, do desperdício de dinheiros públicos e da corrupção é no financiamento aos partidos que encontraremos as respostas. Não estou a dizer nada de novo. Mas, quando finalmente a evidência nos é esfregada na cara, a maioria da classe política e dos jornalistas assobia para o lado.

Só conheço uma forma de cortar o mal pela raiz: proibir todos os financiamentos privados a partidos políticos, com excepção de donativos simbólicos e das quotas dos militantes. A lei já está hoje mais próxima disto. E bem. Quem fica a pagar a actividade política? O Estado. A democracia tem um preço. Se é paga por alguns vai servir apenas alguns. Se é paga por todos é mais provável que nos sirva a todos. Não se iluda quem acha que entregando o financiamento aos privados está a poupar dinheiro aos contribuintes. Como está em voga dizer-se, não há almoços grátis. Quem paga quer ver o retorno do que investiu. E, no fim, através de decisões que esvaziam os cofres do Estado, pagamos com juros o que quisemos poupar.
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Segunda-feira, 3 de Setembro de 2007
por Daniel Oliveira



Na SIC Notícias, Paulo Portas definiu os seus temas de rentrée: diminuição da idade para responsabilidade penal e endurecimento da lei para a imigração. A agenda típica de uma direita moderada e liberal.

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O ministro do Interior alemão defendeu uma proposta de utilização de software "Cavalo de Troia" para procurar informação no disco rígido do computador de potenciais suspeitos sem o seu conhecimento, considerando que a medida é necessária na luta contra o terrorismo.


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Já é da praxe. Todos os anos a indignação com os convidados do PCP à Festa do Avante toma conta da blogosfera e dos jornais. Justa e merecida indignação, acrescento eu. Mas ainda estou à espera do facto de partidos como o MPLA e o RCD, do ditador tunisino Ben Ali, só para pegar em dois de muitos possíveis exemplos, manterem com o PS uma estreita relação de amizade e cooperação, convidando-se mutuamente para os seus congressos, merecer pelo menos duas linhas de incómodo.
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Domingo, 2 de Setembro de 2007
por Daniel Oliveira



As sondagens são um instrumento de trabalho importante para jornalistas, analistas, colunistas e políticos. A parte mais visível é a final: quem ganha, quem perde. Mas atrás desses números simples escondem-se muitas vezes fenómenos bem mais interessantes. As sondagens são também um instrumento de influência e até de manipulação do comportamento eleitoral. Para um político, essa é, aliás, a sua função mais imediata, seja ela intencional ou não. Por isso, o seu rigor não é apenas uma exigência deontológica. É uma exigência democrática.

Em Portugal fazem-se poucas sondagens e de forma pouco continuada. E a sua interpretação, feita por jornalistas, é demasiadas vezes pobre. Pedro Magalhães, da Universidade Católica, habituou-nos ao rigor e à credibilidade do seu trabalho. O seu blogue tem a vantagem de nos dar mais pistas e informação complementar sobre o seu trabalho e o dos outros.

Dá-se o caso, que aqui é irrelevante, de nos conhecermos desde o tempo do Liceu Pedro Nunes. Eu não sonhava que alguma vez ele se dedicaria a esta ciência oculta. Ele seguramente adivinhava que eu me dedicaria ao que me tenho dedicado (sou um tipo previsível). A escolha do Margens de Erro para blogue da semana foge ao critério que tenho seguido: blogues mais políticos e de opinião. Mas para quem se interessa por política é um instrumento a não dispensar. E por vezes o Pedro fala de outras coisas.


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Na melhor série da história da televisão e de ainda antes dela

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