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Arrastão: Os suspeitos do costume.

Descubra as diferenças

Daniel Oliveira, 31.10.08
Alguém acredita que seria possível, em Portugal, um julgamento como o que está a acontecer em França sobre a venda ilegal de armas a Angola, que deixou suspensas as relações das empresas francesas com a galinha dos ovos de ouro africana?

só a revolucionária perspicácia do camarada casanova conseguiu desmascarar perante o povo a natureza fascista de irene pimentel

Pedro Vieira, 31.10.08

© rabiscos vieira

uma história com muita graça, contada
aqui, neste post, e que envolve o deus ex-machina director do avante e a historiadora irene pimentel. é importante ler a caixa de comentários em questão; quanto ao avante desta semana é escusado procurá-lo online - parece que sofreu um apagão. aceitam-se inscrições para este processo de moscovo dos pequenitos.

O que é preciso é fé

Pedro Sales, 30.10.08

RJ Matson, «St. Louis Post-Dispatch», via notas ao café


A blogosfera liberal tem passado as últimas semanas a tentar explicar-nos os perigos da intervenção política para regular os mercados de capitais. Sem a acção perniciosa do Estado, dizem-nos, os agentes do mercado financeiro serão os primeiros a retirar as devidas ilações e a corrigir os eventuais excessos. O problema, claro, é a maldita realidade. A forma como, em plena crise financeira, as acções da Volkswagen triplicaram de valor em 2 dias, através de um mecanismo especulativo que já tinha sido descrito pelo Lutz e que é hoje noticiado pelo Jornal de Negócios, é o melhor exemplo de como os mercados continuam a funcionar como se nada tivesse acontecido.

O que é preciso é fé

Pedro Sales, 30.10.08

RJ Matson, «St. Louis Post-Dispatch», via notas ao café


A blogosfera liberal tem passado as últimas semanas a tentar explicar-nos os perigos da intervenção política para regular os mercados de capitais. Sem a acção perniciosa do Estado, dizem-nos, os agentes do mercado financeiro serão os primeiros a retirar as devidas ilações e a corrigir os eventuais excessos. O problema, claro, é a maldita realidade. A forma como, em plena crise financeira, as acções da Volkswagen triplicaram de valor em 2 dias, através de um mecanismo especulativo que já tinha sido descrito pelo Lutz e que é hoje noticiado pelo Jornal de Negócios, é o melhor exemplo de como os mercados continuam a funcionar como se nada tivesse acontecido.

O que é preciso é fé

Pedro Sales, 30.10.08

RJ Matson, «St. Louis Post-Dispatch», via notas ao café


A blogosfera liberal tem passado as últimas semanas a tentar explicar-nos os perigos da intervenção política para regular os mercados de capitais. Sem a acção perniciosa do Estado, dizem-nos, os agentes do mercado financeiro serão os primeiros a retirar as devidas ilações e a corrigir os eventuais excessos. O problema, claro, é a maldita realidade. A forma como, em plena crise financeira, as acções da Volkswagen triplicaram de valor em 2 dias, através de um mecanismo especulativo que já tinha sido descrito pelo Lutz e que é hoje noticiado pelo Jornal de Negócios, é o melhor exemplo de como os mercados continuam a funcionar como se nada tivesse acontecido.

Não estamos numa República das Bananas

Daniel Oliveira, 30.10.08
Loureiro dos Santos, secundado pelo antigo chefe do Estado-maior do Exército, general Garcia Leandro, e pelo presidente da Associação dos Oficiais das Forças Armadas, disse que um grupo de militares menos prudentes «pode fazer alguns disparates, mas que poderão ter uma certa repercussão pública não só nacional, mas até internacional e portanto ter também efeitos muito negativos para a nossa democracia avançada e madura». A ameaça (usando anónimos), vinda, mesmo que por portas travessas, de quem tem, por decisão do Estado, armas, demonstra falta de adequação às regras democráticas.

Se a hierarquia está preocupada com a situação dos militares usa os canais próprios ou dá aos militares capacidade negocial organizada (que existe em vários países) no que à sua situação laboral diz respeito. Não ameaça. Curiosamente, quando a arraia-miúda militar usa os meios normais de protesto em democracia a repressão interna sente-se logo. Mas quando oficiais superiores usam um porta-voz para transmitir uma chantagem digna de uma República das Bananas já tudo parece normalíssimo. Num país civilizado estes dois senhores teriam de explicar muito bem do que estão a falar. Aqui será apenas uma boca. Devia ficar claro: a democracia não é refém de ninguém. Mesmo que essas pessoas tenham razão. E quem não sabe isso não pode servir na carreira militar.

Dá para muitas piadas, mas é para continuar a acompanhar

Daniel Oliveira, 30.10.08
Membro do PNR preso por auxiliar imigração ilegal e ter uma cadeia de bordéis.

Nos jornais, António Frazão aparece apenas como um simples militante do PNR na linha de Sintra. Mas, na realidade, em Setembro de 2007, era anunciado como o responsável fundador do núcleo de Sintra do PNR. Aqui isso é confirmado. O papel deste amigo próximo de Mário Machado no partido, em Sintra, confirma-se mais uma vez aqui, já que é ele a organizar uma visita de Pinto Coelho ao concelho.