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Arrastão: Os suspeitos do costume.

Portugal vintage

Pedro Sales, 01.10.08

Para quê?

Daniel Oliveira, 01.10.08
Lamento muito que o vereador em que votei tenha estado presente na conferência de imprensa de Ana Sara Brito. É verdade que António Costa prometeu tornar pública a lista de casas atribuidas e que anunciou ter já exigido a devolução de 18 fogos dados indevidamente. Fez bem. Assim como é verdade que Ana Sara Brito não comenteu nenhuma ilegalidade e que devolveu a casa que arrendou durante vinte anos. Mas também é evidente que não tinha direito a ela. Independentemente da sua demissão ou não, não há razão para este apoio político à vereadora. E para que se esclareça: conheço Ana Sara Brito, conheço o excelente trabalho que desenvolveu na freguesia da Encarnação durante anos e tenho por ela estima pessoal e respeito político, o que até faz com que este assunto me incomode especialmente. Mas em política assumem-se os erros. E, com os rendimentos que entretanto são públicos, é imoral que tenha aceite esta casa. E não acredito que Sá Fernandes não ache isto mesmo. Espanta-me que se tenha envolvido desta forma num assunto onde seguramente não tem responsabilidades.

Há pessoas que nascem com aquele defeito ou que ali foram cair. Eu é mais cães. (actualizado)

Daniel Oliveira, 01.10.08
«Por isso, com todo o respeito pelas pessoas nascidas com esse defeito e, até, pelas que ali foram cair, não podemos concordar com a equiparação dessa união ao casamento legal. Seria até caso para exclamar a conhecida frase de um pensador: – "Quanto mais conheço os homens, mais amo os cães".»

Carlindo Vieira (que se o google não me engana é sacerdote de Braga, escritor e colunista nas horas vagas), no católico Diário do Minho
Via Avenida Central

O resto do texto saiu melhor do que a encomenda. É ler aqui.

Se ainda não percebeu...

Daniel Oliveira, 01.10.08

Não há almoços grátis

Pedro Sales, 01.10.08
Já foram feitas quase todas as análises à distribuição de votos do congresso norte-americano. A menos relevante é a que divide democratas e republicanos, sendo muito mais esclarecedor perceber que nos estados indecisos, os congressistas com o seu lugar em risco votaram massivamente contra o plano de emergência (30 contra 8). Mas o New York Times de hoje chama a atenção para um dado muito mais prosaico. Em média, os legisladores que votaram a favor do plano - que previa a maior transferência de sempre de recursos dos trabalhadores americanos para financiar Wall Street - receberam mais 51 por cento em contribuições monetárias para as suas campanhas das empresas financeiras do que aqueles que se opuseram à legislação apoiada pela administração Bush...

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