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Arrastão: Os suspeitos do costume.

Notícias do interior do mundo

Miguel Cardina, 12.12.10

Dizem-nos que não devemos querer saber disto. Que isto perturba a ordem das coisas. Que nos devemos apenas preocupar com o caroço, a fuligem dos dias, a democracia da urna a horas certas. Que podemos dormir descansados enquanto eles tratam das questões verdadeiramente importantes. Que sair da caverna é uma impertinência e uma insensatez. Que não devemos dar crédito a isto, porque neste caso dar crédito é pactuar com o roubo. E o roubo, já dizia um velho francês de barbas, é a designação que alguns atribuem à propriedade. Ler as palavras do poder é ser um comunista primitivo ou um anarquista australiano.

2 comentários

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    ChapeleiroLouco 13.12.2010

    eh eh eh

    tenha calma, já reparou que a dar uma resposta dessas, está a dar razão ao autor do post?

    estou a ver que muita gente quando se vê incapaz de defender as "democracias civilizadas" e os "capitaes/salvadores da pátria", lá precisam de descarregar a bílis quando a razão os abandona.

    em relaçao a roubo e propriedade, o roubo é sempre feito pelos outros, nomeadamente os pobres, os trabalhadores e os dissidentes que já há muito perceberam que toda esta retorica é uma farsa, e a propriedade ainda é um roubo. 
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