Terça-feira, 19 de Abril de 2011
por Andrea Peniche

 

Movimento FERVE, Precários Inflexíveis, Intermitentes do Espectáculo e M12M (organizadores do protesto Geração à Rasca) lançaram hoje uma iniciativa legislativa popular, que pretende recolher as 35 mil assinaturas que obrigarão o Parlamento a discutir e a votar a Lei Contra a Precariedade laboral. Esta lei pretende combater a precariedade em três das suas vertentes mais comuns e injustas: os falsos recibos verdes, as contratações a prazo e o trabalho temporário.

 

Para assinar e recolher assinaturas, informe-se aqui.


por Andrea Peniche
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7 comentários:
Anónimo
http://damasceno.blogs.sapo.pt/98904.html (http://damasceno.blogs.sapo.pt/98904.html)

deixado a 19/4/11 às 23:41
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Albano
Quando alguém é admitido para trabalhar num partido de esquerda, entra de imediato para o quadro de efectivos?

deixado a 20/4/11 às 09:56
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Em primeiro lugar é preciso acabar com empregos para a vida dos milhares e milhares de pançudos que andam a viver às nossas custas.

deixado a 20/4/11 às 10:52
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Sugiro apenas que o nome da lei seja alterado: De "Lei contra a precaridade" para "Lei pelo aumento do desemprego". Vão deixar de ser precários... e passar a ser desempregados. É simples.

deixado a 20/4/11 às 11:15
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... e se todos os patrões insistem em dar-lhes 500 euros pelo trabalho, não será de pensar que se calhar o trabalho deles não vale mesmo mais de 500 euros e que, se calhar, o melhor é fazerem alguma coisa por isso? Bem, a verdade é que acham que vir para a rua protestar lhes vai dar mais, se calhar...

deixado a 21/4/11 às 12:08
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JPT
Alguém, em Portugal, que pretendendo gerir um negócio de modo responsável (ou seja, que quer pagar a horas aos trabalhadores, aos fornecedores, aos bancos, ao fisco e à segurança social, e que quer cumprir todos os regulamentos que o Estado publica, e, claro, que quer ter dinheiro para viver), e precisando de uma pessoa para trabalhar, celebre com ela, logo à cabeça, um contrato de trabalho sem termo? A sério, há alguém, de direita ou de esquerda, que - podendo evitá-lo - o faça? É que eu não conheço ninguém, e trato com imensa gente que me parece séria. Se calhar estou enganado e todos os empregadores portugueses - TODOS - são uns incorrigíveis e imorais canalhas exploradores. Se calhar não estou, e é o regime contratual do contrato de trabalho sem termo que - TODOS - os empregadores, se puderem, contornam (a começar pelo Estado), que está mal e deve ser mudado. Ou, se calhar, o melhor mesmo é continuarmos todos a aldrabar à grande, porque assim não perdemos, nem o direito ao nosso emprego vitalício, nem o direito à justa indignação pela precariedade dos outros. 

deixado a 20/4/11 às 12:48
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Mas é tão simples...Peguem nesse espírito de iniciativa, tornem-se empresários e contratem quem quiserem! Com sorte, até se contratam a si próprios sem ser de forma precária...ou não...

deixado a 20/4/11 às 19:27
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