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Arrastão: Os suspeitos do costume.

Passos Coelho: o fiel escudeiro do fim do Euro

Bruno Sena Martins, 29.06.11

Nas diversas discussões análises à liderança autocrática de Estaline, um dos interessantes aspectos frequentemente referido é o modo como as suas prerrogativas de lealdade criaram um entorno de mostro torcionários a ponto de o líder ficar amiúde na posição de dizer "menos". Mantidas as distâncias, o poder de uma ideologia para criar fiéis seguidores, industriados no clássico fervor dos convertidos, encontra em Passos Coelho uma aparição tão expectável como anedótica. No momento em que os mais sensatos dos neoliberais começam a questionar o haraquiri do Euro através do credo da austeridade, Passos Coelho, vagamente salivante, diz "mais". Não vá o bom do Passos Coelho dar má imagem ao regime da austeridade, Senhora Merkel, como quem diz "menos", fique à vontade para o fuzilar. Não ouvirá daqui uma palavra.   

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