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Arrastão: Os suspeitos do costume.

A alucinação não é um exclusivo de betinhos noruegueses

Sérgio Lavos, 26.07.11

"Se a Noruega reconhecesse o direito de porte de armas, a chacina de sexta-feira dificilmente teria ocorrido com aquela dimensão, porque alguém estaria armado na ilha de Utoeya e ofereceria resistência ao criminoso. Refiro-me a vigilantes, seguranças e até simples cidadãos.
Quando este direito não é reconhecido, os cidadãos ficam indefesos, à mercê de criminosos. Criminosos que nunca têm qualquer dificuldade em deitar a mão às armas que pretendem."

 

E o Arroja tem um compagnon de route à altura no Jaquim. Andará ele entretido com jogos de vídeo tipo World of Warcraft ou o velhinho MDK? Se eu fosse um gajo com mau instinto, desejaria que ele fosse viver para uma utopia militarista. O Iraque, por exemplo. Ou o Afeganistão. Ou Ciudad Juarez, talvez. Aí sim, a posse de uma arma é verdadeiramente valorizada. Mas não sou. Por isso aconselho-o apenas a experimentar Detroit, onde pode à vontade adquirir uma caçadeira ou até uma AK-47 para se defender dos meliantes. De nada.

 

*Via Ana Cristina Leonardo.

5 comentários

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    Miguel Botelho 26.07.2011

    Poderá não vir só da infância e do modo como foi criado na sua família. Pode também vir da cultura norueguesa ou até mesmo escandinava.
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    Manuel 30.07.2011


    Este senhor Miguel Botelho será um que Posta diariamento no Cachimbo de Magritte mas que não permite comentários aos seus posts?
    Agora aqui já vem «botar faladura».
    Muito interessante, e democrático!
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    Miguel Botelho 01.08.2011


    Esteja descansado que esse não sou eu. É outro.
    «Vem botar faladura» é expressão brasileira. Existe uma portuguesa. 
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    Manuel 01.08.2011

    Caro Miguel Botelho:
    Muito obrigado por me lembrar, mas eu sei. Até a pus entre parêntesis para mostrar que era algo com um sentido especial.
    Mas neste ambiente (onde raramente venho, diga-se de passagem) respira-se informalidade, aspecto que me apraz.
    Oxalá seja como diz, o seu nome não é dos mais vulgares, mesmo assim dou-lhe o benefício da dúvida.
     
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