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Arrastão: Os suspeitos do costume.

Os privilégios

Daniel Oliveira, 01.10.11

"A batalha está longe de estar ganha e é necessária uma extraordinária determinação, mas também muita lucidez. O que Portugal não pode fazer é deixar tudo na mesma, manter todos os privilégios e todas as ineficiências e esperar sair-se bem deste combate sem quartel" (roubado ao Tiago). Assino por baixo as palavras de António Borges, diretor do departamento europeu do FMI, ex-vice-governador do melhor PPR que se conhece em Portugal - a que chamamos Banco de Portugal - e ex-vice-presidente do Conselho de Administração da Goldman Sachs. Estarei é a pensar nos privilégios que ele defende e não nos nossos direitos, que ele quer destruir. Por isso, hoje estarei na Avenida da Liberdade.

 

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