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Arrastão: Os suspeitos do costume.

A política de transportes deste Governo, a agenda de privatizações e a ignorância do ministro

Sérgio Lavos, 28.11.11

 

Elucidativo, este vídeo que não passou nas televisões (se tivesse passado é que seria surpreendente). O ministro Álvaro é a imagem deste Governo: mal preparado nas matérias sobre as quais decide e guiado por uma agenda de privatizações que se aproveita da crise para entregar empresas rentáveis a amigos e conhecidos e empresas essenciais ao bem público a baixarem o nível de qualidade dos serviços prestados devido aos cortes cegos. Uma desgraça.

3 comentários

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    Tonibler 28.11.2011

    A Metro de Lisboa tem ~1700 trabalhadores. Admitindo que tem 720 comboios ao mesmo tempo ou três turnos 200 comboios ao mesmo tempo (estão a ver o nível de serviço que isto implica, certo?), querem explicar-me o que fazem lá mais 1000 pessoas? Qual o valor que essas mil pessoas têm para o país?
  • Sem imagem de perfil

    Carlos 29.11.2011


    Hmmm...

    Há alguma empresa no mundo que só tenha trabalhadores "operacionais"? Num hospital só trabalham médicos e enfermeiros? Numa escola só há professores?

    No Metro há os funcionários administrativos (rh, contabilidade, etc), os que fazem atendimeno ao público nas bilheteiras, os chefes de estação, os que fazem a manutenção dos comboios, os que fazem a manutenção das infraestruturas (linhas, estações, sinalização, etc.). Ou esses não contam como "trabalhadores do metro"?
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