Terça-feira, 20 de Dezembro de 2011
por Sérgio Lavos

 

"A única forma de o governo dar esperança neste momento é mentindo. Gorvernantes que mentem e iludem para dar esperança foi uma das causas dos nossos actuais problemas." - Comentário do João Miranda (olha quem) apanhado num post do Blasfémias.

 

Mais um "liberal" que salta em defesa de Passos Coelho sacando do trunfo "falar verdade aos portugueses". Para o João Miranda, com amor, uma reprise do vídeo produzido pelo Aventar

 

No mesmo blogue, José Manuel Fernandes reproduz um gráfico catita com a percentagem no PIB português das remessas dos emigrantes desde 1975. Esquecendo-se que, a partir de 1978, duas coisas muito simples aconteceram: os portugueses que tinham emigrado durante o Salazarismo começaram a voltar; o país estabilizou politicamente e a economia começou a crescer, e, consequentemente, a percentagem das remessas no PIB baixou. Para além disso, imagino que José Manuel Fernandes também deva esperar que esta fornada de emigrantes tenha a bondade de enviar o dinheiro que ganham no estrangeiro para bancos portugueses. Aconselho-o a esperar sentado. O investimento que o país fez na educação destes novos emigrantes vai ter uma recompensa: eles são suficientemente inteligentes para abrirem contas e investirem nos países de acolhimento. Alguém informe o José Manuel Fernandes - e, já agora, o senhor que diz ser o nosso primeiro-ministro - desta inevitabilidade. Não é fácil, ser cretino.


por Sérgio Lavos
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Sérgio não fale meias verdades, o PIB português não começou a crescer em 1978. Ele cresceu desde 1950 num dos maiores ritmos mundiais, tendo sido apenas interrompido pelo PREC (1974-76). Critique o Salazar com o que quiser, mas seja honesto sff.

deixado a 20/12/11 às 21:46
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Slint
Eu critico sim! Claro que era fácil o PIB crescer, não se gastava dinheiro nenhum! ah só se gastava em África, a matar pretos, mas gastar dinheiro a desnvolver o país? ah sim fez uma pontezita em Lisboa, ah! começou a fazer uma auto-estrada até ao Porto que nunca terminou.

deixado a 20/12/11 às 23:00
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Slint,


A ideia que está subjacente à sua argumentação, isto é, que a economia cresceu imenso durante o Estado Novo porque se partiu de uma base pobre, é válida e, provavelmente, terá o seu "q" de verdade. No entanto, a I República teve a mesma oportunidade e os resultados foram os que se viram.

deixado a 20/12/11 às 23:51
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