Sexta-feira, 30 de Dezembro de 2011
por Miguel Cardina

 

 

Um trabalho de Nuno Oliveira. Clique aqui para ver em tamanho aumentado.


por Miguel Cardina
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28 comentários:
Edmundo Martinho, presidente do Instituto de Segurança Social, admitiu ontem (penso que foi há ano e meio), no Parlamento, que 64 % dos beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI) tem rendimentos do trabalho ou de pensões.

deixado a 30/12/11 às 17:54
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Hugo
É preciso viver-se noutro planeta e alheado da realidade como o Fado Alexandrino e mais algumas aves raras que por aqui pairam para propagandear que os pobres são apenas os que não trabalham (ou seja, não têm salários) ou recebem pensões do Estado (sabe qual é o valor mínimo, não sabe)?

deixado a 30/12/11 às 19:58
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Fado Alexandrino, e qual é o problema?

A filosofia do RSI é de que, se o total dos rendimentos (salários, pensoões, rendas, o que for) recebidos por uma família for inferior a um dado montante, recebem uma prestação (o RSI) equivalente a essa diferença,  (por isso é que inicialmente se chamava "rendimento mínimo garantido", porque a ideia era assegurar que ninguém descia abaixo de um dado mínimo).

Ora, se há pessoas que tem emprego mas não recebem um ordenado suficiente para chegar a esse mínimo (ou porque o ordenado é baixo, ou porque a família é grande), recebem um RSI equivalente à diferença entre o seu ordenado que recebem e o tal valor que se considera ser essencial para viver integrado na sociedade portuguesa actual. E depois? É EXACTAMENTE  essa a ideia de como o RSI é suposto funcionar.


O presidente da Comissão Nacional do RSI respondeu ontem, ( foi há ano e meio agora devem ser mais) no Parlamento, a dezenas de perguntas dos deputados. Revelou que 11.200 beneficiários (três por cento do total) não têm nacionalidade portuguesa.

 
Queria esclarecer os senhores que responderam que eu não estou a dar opinião, estou a citar factos.
Quem pode dar opinião são os funcionários dos CTT nos dias em que chegam os vales para levantar o RSI e que eles (os funcionários) garantem que muitos estão belamente integrados.
 
Aproveito para dizer que em Massamá aos sábados há uma feira onde se vende de tudo a preços muito em conta até calças Levis.
 
 




Joe Strummer
Fado, vamos a factos.
As filhas do PCoelho vivem em Massamá e são africanas, segundo o proprio. A mulher tambem, segundo a propria. Eu não sei o que isto interessa para o caso nem se ilustra na perfeição o  teu exemplo mas concerteza arranjarás um qualquer nexo de causalidade que dará um boa argumentação bloguistica. É só uma achega.

deixado a 31/12/11 às 14:14
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Antónimo
Na realidade os factos provam o que diz um estudo da universidade católica, conduzido por Alfredo Bruto da Costa, e que na altura foi citado por jornais.

Uma percentagem muito grande dos pobres trabalhava ou tinha pensões. Logo não era o facto de trabalharem ou de terem trabalhado (os pensionistas) que os afastava da pobreza.

deixado a 31/12/11 às 14:30
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Luís
Estão aqui outros factos, que não podem ser esquecidos.
http://www.jrsportugal.pt/images/memos/artigo_Publico_16_dez_2011.pdf (http://www.jrsportugal.pt/images/memos/artigo_Publico_16_dez_2011.pdf)

deixado a 31/12/11 às 14:38
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