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Arrastão: Os suspeitos do costume.

6 comentários

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    Anónimo 28.01.2012

    A que aldrabices se refere? Às dos dois submarinos vendidos a Portugal ou às dos sete (sete!!!) vendidos à Grécia? Ou refere-se às milhares de aldrabices que, sob o nome de Mercedes, BMW e Audi, circulam nas nossas estradas, cujo pagamento os alemães, coitadinhos!, ainda pacientemente aguardam?
     Claro que portugueses, gregos, italianos, espanhóis e demais "raças inferiores" merecem a danação eterna do Inferno da austeridade. Claro que essa pena infernal só terá os efeitos pedagogicamente desejados, quando esses povos regredirem aos tempos da pedra lascada. Afinal de contas, todos eles cometeram o pecado capital de viverem "acima das suas possibilidades". Comparadas com tal crime, as proezas germânicas do desencadear da Guerra Franco-Prussiana, da Primeira e Segunda Guerras Mundiais, nada são. Afinal de contas, nisto da história dos povos e das nações, há que ter sempre presente a noção de proporcionalidade...
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    JgMenos 28.01.2012

    Não nos podemos esqueçer que já Caim era provavelmente alemão!
    E nós, povo da esquerda, somos sempre as vítimas.
    Ou porque o leite materno foi de má qualidade, ou porque os capitalistas nos exploram deixandos-nos comprar umas coisinhas a crédito; somos sempre vítimas, sempre coitadinhos...
    Não há paciência!
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    Anónimo 28.01.2012

    Não, excelentíssimo senhor, muito pelo contrário: nós, com o nosso poder imenso no governo deste nosso Mundo, somos sempre (qual a dúvida?), os tenebrosos algozes.
     Quanto a Caim, se era alemão ou não, isso não sei; mas outra coisa sei eu e toda agente com dois olhinhos na cara e dois neurónios a funcionar: não poucos alemães pensavam, e isto  não há muito tempo, que Deus era alemão. E foi o que se viu...
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    Anónimo 28.01.2012

    E, meu caro amigo, entenda, por favor, uma coisa: ao falar dos pópós eu não quis criticar quem os conduz. Pura e simplesmente digo que quem os conduz os pagou e pagou-os à Alemanha, Alemanha essa que enriqueceu mais um bocadinho com o dinheiro fruto do trabalho daqueles que a senhora Merkel diz serem uns parasitas. É que se houve alguém que viveu acima das suas possibilidades, outros houve que lucraram, e muito, com esse estilo de vida. Eles já sabiam que a coisa não podia durar, mas avisos seus não os ouvimos. E sabe porquê? O "status quo" interessava-lhes ( lucraram bastante com ele), como lhes interessa o enterrar dos países devedores em programas de resgate com juros agiotas ( com eles lucram, e lucrarão, até verem o fundo ao tacho). De todo inusitado é vermos portugueses aplaudirem, a mãos ambas, tais comportamentos. Inusitado, contudo não completamente de estranhar: não é nossa essa costelinha judaico-cristã que vê no sofrimento, auto ou hetero-imposto, o mais seguro e virtuoso caminho de acesso às bem-aventuranças celestiais?
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    Anónimo 28.01.2012

    «Eles já sabiam que a coisa não podia durar, mas avisos seus não os ouvimos.»
    Desses é que eu gostava de ouvir falar!
    E convinham que fossem portugueses, que a soberania é auto-governo, e não declararmo-nos vítimas de seduções estrangeiras!
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