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Arrastão: Os suspeitos do costume.

E em Espanha, passou-se hoje alguma coisa de especial?

Sérgio Lavos, 29.03.12

 

Olhando para as edições on-line dos jornais portugueses e vendo os telejornais e serviços noticiosos nos canais por cabo, no pasa nada. O tratamento dado à Greve Geral no país vizinho é um excelente exemplo da relação dos media com os interesses do poder. Ainda existirá liberdade de imprensa em Portugal?

 

(Quem estiver interessado no que se passou, pode ir aqui. Mas não digam nada ao corta-Relvas, shiuuu...)

3 comentários

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    Bolota 30.03.2012

    “…e acima de tudo os piquetes de greve tentando pelo diálogo que alguns não fossem trabalhar ”


     Fado,


     Por cá nem o dialogo é possível porque as forças da policia de choque , aqueles que tem a carola cheia de anabolizantes marados, começam a distribuir fruta por dá cá aquela palha.


    Sabe o que acho??? É que nem piquetes de greve deviam de existir e por uma simples razão. Se em democracia as maioria prevalecem… e se em plenário a maioria decidiu pela greve está decidido e os piquetes não tinham razão de existir.


    Mas dirá você não é bem assim porque eu tenho o direito a trabalhar, pois tem…e onde fica a questão das maiorias???


    Imagine: o seu vizinho Passos Coelho, ganhou as eleições, mas como não teve maioria absoluta as oposições também tem direito a governar…Ou será que as maiorias só são licitas para quando interessam ao sistema????


    Peço-lhe é uma favor, se entender por bem responder, responda…mas responda e não faça como é seu timbre,  responde a tudo menos á questão em discussão, pode ser??? Não invente.


     Se o fizer…

  • Sem imagem de perfil

    fado alexandrino 30.03.2012

    Respondo com todo o gosto.
    As greves são decretadas pelo comité central da CGTP que claro está não vai fazer um plenário em cada empresa a perguntar se sim ou se não, era o que faltava ia contra o centralismo democrático.
    Acontece que nas empresas nem toda a gente é sindicalizada (ainda não é obrigatório como o PCP/CGTP gostaria) e portanto os livres do sindicato podem querer (e querem) trabalhar.
    E aqui entram os piquetes para os convencer se preciso à porrada.
    É isto.
    Mais claro não se pode ser.

    Em Espanha foi bem pior nem os privados se livraram de lhes partir as montras e ameaças (e certezas) de levarem nos cornos.
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