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Arrastão: Os suspeitos do costume.

6 comentários

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    Daniel Oliveira 29.09.2012

    E que idiota deve ser o senhor para vir, todos os dias, quase sem falhar, ler o que o idiota tem para dizer. Não na tribuna que lhe dão, mas no blogue que ele escreve. 


    PS: há uma regra neste blogue: não insulta os donos da casa. Não é justa? Não. Mas somos nós os donos da casa. E como sei que o senhor acredita na propriedade privada, faça favor de não voltar a escrever na minha.


    Fique bem.
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    Alexandre Carvalho da Silveira 29.09.2012

    É verdade que eu venho aqui quase todos os dias ler e comentar o que o sr Daniel Oliveira escreve, porque lhe acho uma certa piada,  e o que o sr escreve e diz, não é para ser levado a sério; tambem acredito que os comentários como os que vêm a seguir ao seu, sejam muito mais estimulantes para si.
     Esta situação faz-me lembrar a história do puto que não tinha jeito nenhum para jogar à bola, mas jogava sempre porque era o dono da bola.
    Não me resta mais do que acatar a sua decisão porque o blog é seu, embora sem o Arrastão os meus dias nunca mais sejam os mesmos.


    Sniff! Sniff!


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    Gaijo de Çelorico 29.09.2012

    num bá sesilveira. Eu tamem não gus-tei  duque o sinhor antónio diçe contra os imprezários e sou um gaijo de direita como boçê carago. deixe-los falar que eles calo-se quando houvir as nobas medidas que o paços coelho bai anunçiar pra mor de ber se çalva o pais da crize
    Eles falo falo...
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    Teixo 30.09.2012

    Para seres engraçado, não precisas de humilhar as pessoas. Em Celorico de Basto não se fala assim.
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    Gaijo de Çelorico 30.09.2012

    1 eu não diçe que era de çelorico de basto
    2 eu não falei, escrebi, sei lá cumo os gaijos falo 
    3 eu na minha impreza quando mándo um gaijo traser um mármure eles num trasem uma panéla
    4eu cum a minha çegunda quelaçe axo que inté faço muinto mais duque alguns gaijos que ando por aqui com a quárta
    5 eu num sei onde está a piáda
    6 Boçê tratoume por tú e eu nem lhe xamei átenção nem náda cumo fás o lexandrino
    Boçê umilhoume mas eu bou esqueçer, pronto
    amigos
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