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Arrastão: Os suspeitos do costume.

"2013 será o ano da inversão económica" - Pedro Passos Coelho, em Agosto passado, na festa do Pontal

Sérgio Lavos, 11.04.13

 

2012 marcou um extraordinário ponto de viragem na nossa economia, tal como tinha sido previsto pelo impressionante Vítor Gaspar. O défice caiu de maneira acentuada, conseguindo Portugal atingir a meta de 4,5%; a dívida pública não cresceu e começou a ser paga, como foi prometido pelo Governo; a economia do país começou a crescer, de forma milagrosa, tendo os milhares de desempregados da restauração e da construção arranjado emprego nas emergentes empresas exportadoras; o desemprego, consequentemente, começou a cair de forma acentuada, tendo os imigrantes que tinham saído nos últimos dois anos de Governo do maléfico José Sócrates começado a regressar em massa ao país.

 

Se 2012 foi um ano de sucesso para o Governo, 2013 está a ser o ano da inversão económica, como tinha prometido Pedro Passos Coelho no verão passado. Não só as perspectivas risonhas na frente interna se mantêm intactas como o motor da economia nacional, as exportações, está melhor do que nunca, tanto nas vendas para países da UE como para fora desta zona económica. Os esforços titânicos do ministro Álvaro, inventor do cluster pasteleiro, e a brilhante diplomacia económica do competentíssimo ministro Paulo Portas levaram a que em Fevereiro se tivesse atingido resultados inauditos em 10 anos

 

Passos Coelho estava a ser pessimista quando anunciou a inversão económica no Pontal. 2013 está a ser o ano de uma extraordinária explosão económica, nunca antes vista. Ah, se não fosse a decisão do Tribunal Constitucional...

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