Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]
Mais para ler
UM BLOGUE PARA PESSOAL DESNUTRIDO E EXTREMAMENTE NEXEXITADINHU
Depreendo que, para si, a Constituição defenderá os interesses de todos quando disser que o País tem que caminhar para o ultra-neo-liberalismo selvagem; informo-o que e apesar de algumas restrições do “subversivo” Tribunal Constitucional, isso já está a ser praticado pelo clube dos fantoches (vulgo governo, ao colo do presidente da república).
Ainda bem que o seu alvo foi uma maçã (raio de fruta maldita), porque, se tivesse sido uma laranja, a seta disparada pela sua besta acertaria no inocente, em cuja cabeça foi colocada; uma questão de alvos e de pontaria.
A sua resposta consiste em três parágrafos, ligeiramente confusos, nos quais os seus dedos tremelicavam; ainda bem que isso não aconteceu no “tiro à maçã”.
Vou “satisfazer” a sua curiosidade expressa no segundo parágrafo: não tenho pendores nem andores e não ando aqui a medir ideologias, como quem mede pilinhas; deixo isso para os meus bisnetos (que estão nessa idade).
Do seu terceiro parágrafo, só percebi a parte relativa a eu estar aqui, apenas, para o distrair. Não seja vaidoso, porque nem Deus nem o Mestre lhe perdoarão esse “pecado capital”.
Em relação ao seu primeiro parágrafo, agradecia que o reformulasse em Português acessível a este “vulgar passatempo” (eu).
Eis-nos chegados ao ponto da definição de parâmetros orientadores das nossas conversas. Tem tanto direito a fazê-lo, como eu tenho o de não aceitar condições prévias. Paciência, é a vida e não será por isso que alguém se finará com o desgosto. Desta vez e perante as suas dúvidas e curiosidades, vou explicar-lhe como funciona a minha “retórica”:
O meu teclado tem, acoplado, um “polvilhador” de palavras que funciona de forma aleatória (ou anárquica, se preferir). Desta forma, crio a minha própria “novilíngua”, em oposição à utilizada pelo clube de fantoches. Por exemplo, os trabalhadores foram “transformados” em colaboradores e sabemos qual a situação degradante imposta a milhares e milhares deles. Perante a evidência de existir quem, mesmo trabalhando por conta d’outrem, justifique esta selvajaria como uma inevitabilidade, procurei um adjectivo para este tipo de pessoas; carreguei na tecla “c” e saiu colaboracionistas.
Termino, confessando, imodestamente, que foi, através do “polvilhador”, que eu produzi um documento em “tamanho 16”) e que ofereci ao defenestrado no “boneco” do Pedro Vieira; com um espírito de humor muito mais apurado do que o meu, o clube de fantoches atribuiu-lhe o título de “Guião para a reforma do Estado”.
A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.
21 Janeiro, 2014
durante estes anos, e de forma intermitente, tentei oferecer o retrato do país que às vezes (...)
21 Janeiro, 2014
A morte do Arrastão não resulta, como é evidente para quem o vai lendo, de nenhuma (...)
20 Janeiro, 2014
Poderia embarcar na melancolia de um projecto que chega ao fim, lamentar o que poderia ter (...)
20 Janeiro, 2014
Na próxima quarta-feira, 22 de janeiro , quase oito anos depois de ter nascido e com 8,3 (...)
17 Dezembro, 2007
Não sei se conseguirei levar esta ideia a bom porto. Mas apelo aos leitores do Arrastão que, (...)
09 Junho, 2009
A direita e a extrema-direita venceram estas eleições europeias . A direita tradicional (...)
12 Dezembro, 2011
"As dívidas dos Estados são, por definição, eternas. As dívidas gerem-se." São (...)
06 Setembro, 2010
Por princípio duvido. Sempre. Não é cinismo, é apenas uma forma de me obrigar a pensar. (...)
04 Agosto, 2011
É quase comovente ver os esforços do actual governo para tentar estar à altura das (...)