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Arrastão: Os suspeitos do costume.

Latrina abaixo

Sérgio Lavos, 31.08.10
"Lamento tudo o que se está a passar".

Jogadores lamentam ausência do seleccionador.

A primeira afirmação de Gilberto Madaíl, lavando as mãos como um Pilatos enterrado até ao pescoço na fossa séptica em que se tornou o caso Carlos Queiroz, é vergonhosa. Neste momento, enquanto a selecção prepara o primeiro encontro da fase de apuramento para o Europeu, o melhor seria que tudo ainda piorasse mais. Queiroz não partirá, por muito que Laurentino Dias e a cabeça do polvo queiram. E chegou a um ponto em que manter a dignidade significa recorrer a todas as possibilidades de ordem jurídica de modo a prolongar o caso durante o maior período de tempo possível. Ninguém sai limpo, por muito que Queiroz deseje lavar a honra. E a última coisa com que todos os envolvidos estão preocupados é o futuro da selecção ou do futebol nacional. O último a sair que puxe o autoclismo (mas desconfio que vamos ter de levar com o mau cheiro durante muito, muito tempo).

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