Sábado, 25 de Agosto de 2007
por Daniel Oliveira
«A Entidade de Contas e Financiamentos Políticos (ECFP) está a investigar o financiamento da campanha eleitoral para as Legislativas de 2005 dos candidatos do PS pelo círculo da emigração levada a cabo no Brasil. A Polícia Judiciária já foi chamada a colaborar na investigação, e também já recebeu da Polícia Federal brasileira documentação sobre a ligação da chamada ‘Máfia dos Bingos’ a Portugal.»
Expresso, hoje

O financiamento dos partidos é dos assuntos mais relevantes para a democracia. E para não ficar pela suspeita e pelo populismo só vale a pena discuti-lo com base em casos concretos. Pacheco Pereira, que faz críticas gerais à forma como seu partido se comporta nesta matéria, decide não o fazer quando uma história concreta aparece. E no PS, alguém vai querer falar para que alguma coisa comece a mudar?
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por Daniel Oliveira
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4 comentários:
Daniel Oliveira
Tonibler, venham de lá esses indícios.

deixado a 25/8/07 às 21:53
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E no BE, Daniel? Onde estão os discursos hiperbólicos da seriedade, da mulher de César, etc...?
É que, pelos vistos, os indícios de que há quem receba para estar calado também são fortes.

deixado a 25/8/07 às 19:53
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Justicialista
Se isso é assim a nível nacional, a nível local é ainda mais flagrante. As autarquias são armas de corrupção maciça, onde todo o tipo de interesses obscuros dominam as câmaras municipais que entregues a si mesmas, sem controlo nem fiscalização, tornaram-se nepotistas e onde o caudilhe mete lá os amigos do partido e aqueles que fornecem mais dinheiro em troca de favores. Só assim conseguem-se financiar. Não seria mais correcto, fazer como se faz nos EUA, Canadá, e vários países europeus em que os lugares autárquicos são excluídos dos partidos e onde os candidatos tem obrigatoriamente que se apresentar como independentes?
Não só diminuia o favorecimento partidário do governo central como tornava os autarcas mais independentes das clientelas partidárias além do que tornava a eleição mais centrada no mérito do candidato do que no peso do partido na terrinha e não tornavam estas eleições de cariz substancialmente local em "barometros do governo".
Qual o interesse em as eleições autárquicas serem partidarizadas quando o que está em causa são questões meramente administrativas de baixo "profile" em que a ideologia pesa pouco ou nada? Alguém vê alguma diferença entre uma Câmara PS ou PSD que se meda não pela competência dos seus membros eleitos mas pela ideologia do partido que a governa?

deixado a 25/8/07 às 13:06
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Excelente blog. Parabéns!
voltarei mais vezes.

Forte abraço.

deixado a 25/8/07 às 12:19
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