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Arrastão: Os suspeitos do costume.

Notícias da verdadeira «geração rasca»

Miguel Cardina, 31.03.11

O administrador dos CTT, Marcos Baptista, nomeado para o cargo pelo seu ex-sócio e secretário de Estado dos Transportes, Paulo Campos, suspendeu hoje o seu mandato após revelações de que teria falsificado o seu currículo académico. A notícia está aqui e só me fez lembrar um grande hit dos anos oitenta. Deve ser do calor.

 

O enganado

Pedro Sales, 22.11.08


Dias Loureiro é crédulo e incompetente. Durante 30 minutos foi esta a sua explicação para a original participação que teve no BPN. Assinava as contas, mas nunca deu por nada porque “havia um administrador do banco em quem eu confiava completamente”. Em quatro anos, o BPN mudou quatro vezes de auditores de contas, mas Dias Loureiro nem se apercebeu do facto. A mesma coisa com o Banco Insular. Igual ignorância no negócio do Siresp, do seu braço-direito Daniel Sanches, mas com quem Dias Loureiro nunca trocou uma palavra sobre o assunto. A vida do BPN era um mistério para o conselheiro de Estado. Afinal, ele só se preocupava com os cimentos. É verdade que as empresas que comprou em Porto Rico não apareceram nas contas, mas Oliveira e Costa explicou-lhe que era só até ser criada uma holding tecnológica que aguardava autorização do Banco de Portugal. Dias Loureiro nunca deu por nada, nunca soube de nada, ninguém lhe contava nada. Mas, pelo sim pelo não, vendeu todas as acções e tirou todo o dinheiro que tinha no banco. A credulidade tem limites, convenhamos. Dias Loureiro conhece-os bem.

O enganado

Pedro Sales, 22.11.08


Dias Loureiro é crédulo e incompetente. Durante 30 minutos foi esta a sua explicação para a original participação que teve no BPN. Assinava as contas, mas nunca deu por nada porque “havia um administrador do banco em quem eu confiava completamente”. Em quatro anos, o BPN mudou quatro vezes de auditores de contas, mas Dias Loureiro nem se apercebeu do facto. A mesma coisa com o Banco Insular. Igual ignorância no negócio do Siresp, do seu braço-direito Daniel Sanches, mas com quem Dias Loureiro nunca trocou uma palavra sobre o assunto. A vida do BPN era um mistério para o conselheiro de Estado. Afinal, ele só se preocupava com os cimentos. É verdade que as empresas que comprou em Porto Rico não apareceram nas contas, mas Oliveira e Costa explicou-lhe que era só até ser criada uma holding tecnológica que aguardava autorização do Banco de Portugal. Dias Loureiro nunca deu por nada, nunca soube de nada, ninguém lhe contava nada. Mas, pelo sim pelo não, vendeu todas as acções e tirou todo o dinheiro que tinha no banco. A credulidade tem limites, convenhamos. Dias Loureiro conhece-os bem.

O enganado

Pedro Sales, 22.11.08


Dias Loureiro é crédulo e incompetente. Durante 30 minutos foi esta a sua explicação para a original participação que teve no BPN. Assinava as contas, mas nunca deu por nada porque “havia um administrador do banco em quem eu confiava completamente”. Em quatro anos, o BPN mudou quatro vezes de auditores de contas, mas Dias Loureiro nem se apercebeu do facto. A mesma coisa com o Banco Insular. Igual ignorância no negócio do Siresp, do seu braço-direito Daniel Sanches, mas com quem Dias Loureiro nunca trocou uma palavra sobre o assunto. A vida do BPN era um mistério para o conselheiro de Estado. Afinal, ele só se preocupava com os cimentos. É verdade que as empresas que comprou em Porto Rico não apareceram nas contas, mas Oliveira e Costa explicou-lhe que era só até ser criada uma holding tecnológica que aguardava autorização do Banco de Portugal. Dias Loureiro nunca deu por nada, nunca soube de nada, ninguém lhe contava nada. Mas, pelo sim pelo não, vendeu todas as acções e tirou todo o dinheiro que tinha no banco. A credulidade tem limites, convenhamos. Dias Loureiro conhece-os bem.

Tudo está bem quando é gente de bem

Pedro Sales, 17.11.08
Como, na carta que endereçou à Assembleia da República, Dias Loureiro garante que “não tem nada a esconder”, o PS já garantiu que inviabilizará novamente a sua audição. Dias Loureiro foi administrador e a “cara” mais visível do grupo BPN, no preciso período em que este comprou um banco às escondidas para “lavar” o dinheiro nas operações mais esdrúxulas. Mas, como alega que não tem nada a esconder, o PS considera o caso encerrado. Pegando nas já célebres palavras de Vítor Constâncio, se é tudo gente respeitável por que razão querem alguns deputados importunar o senhor conselheiro de Estado, pretendendo apurar explicações públicas sobre uma questão que vai custar centenas de milhões ao erário público?

O que é preciso é avaliar os boémios que vão para a escola só para dar nas vistas com roupa vistosa

Pedro Sales, 08.11.08


Em dia de manifestação de professores, vale a pena reparar na forma como o ministério da Educação está a organizar a avaliação destes profissionais. As acções de formação dos docentes que vão avaliar os seus colegas incluem, numa escola de Lisboa, um formulário digno das mais delirantes revistas e livros de auto-ajuda. Para avaliar “as dinâmicas organizacionais da escola e o modelo de Avaliação de Desempenho”, têm que responder a questões tão pertinentes como as que pretendem aferir se o divórcio se deve tentar evitar sempre que possível”, se se vestem de “maneira vistosa, boémia ou que chamasse a atenção de qualquer outra forma”, ou se é “mais inteligente que a maioria das pessoas e os demais geralmente reconhecem-no”. O resto do documento segue o mesmo estilo delirante. (Via esquerda.net).